- O governo dos Estados Unidos planeja gastar $38,3 bilhões para comprar armazéns e transformá-los em centros de detenção de imigração com capacidade para dezenas de milhares de detenidos.
- O DHS estima gastar $158 milhões para reformar uma instalação em Merrimack, New Hampshire, e aproximadamente $146 milhões para operá-la nos primeiros três anos.
- A ICE compraria e converteria dezesseis prédios em centros regionais de processamento, cada um com capacidade entre 1.000 e 1.500 pessoas, e mais oito grandes centros com 7.000 a 10.000 pessoas, como locais primários de deportação.
- Os detainees seriam mantidos nesses centros centrais por cerca de sessenta dias antes de serem deportados, com o objetivo de acelerar as deportações.
- O plano faz parte de uma estratégia de ampliar a detenção e deportação, prevista para ser implementada até o fim do ano fiscal de 2026, com recursos aprovados pelo Congresso.
Aniação dos planos do DHS envolve a transformação de armazéns industriais em centros de detenção daICE, com orçamento estimado em 38,3 bilhões de dólares. O objetivo é ampliar a capacidade de recebimento e expulsões de imigrantes, segundo documentos oficiais.
Os materiais, enviados pela USCIS ao governo de New Hampshire, indicam conversões em 16 prédios em várias regiões do país, cada um com capacidade entre 1.000 e 1.500 pessoas. Além disso, há oito grandes centros com 7.000 a 10.000 vagas para sediar deportações.
O custo inclui 158 milhões de dólares para retrofit de uma instalação em Merrimack, New Hampshire, e cerca de 146 milhões para operar o local nos três primeiros anos, conforme o material disponível.
A proposta descreve um novo modelo de detenção, com unidades centralizadas onde os detidos ficariam por períodos de três a sete dias nas plataformas de processamento antes de serem transferidos aos centros maiores, onde permaneceriam aproximadamente 60 dias.
Segundo os documentos, o plano busca atender ao aumento previsto no número de prisões e contratações pela ICE, visando uma maior rapidez nas remoções, respaldada pelo financiamento aprovado pelo Congresso.
O conjunto das informações surge em meio a controvérsias políticas. Administradores estaduais divergiram sobre o momento de entrega dos dados de impacto econômico ao governo de New Hampshire, gerando críticas sobre transparência.
Diversos governos estaduais reagiram, com vozes contrárias à expansão dos centros de detenção. Observou-se preocupação com impactos locais, direitos dos detidos e devido processo, sem, contudo, alterar o tom informativo do material apresentado pelos órgãos federais.
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