- Em fevereiro de 2025, Trump diz que os EUA querem assumir a Faixa de Gaza e desenvolvê-la economicamente após reassentamento, mas recua após críticas internacionais.
- Em abril de 2025, Trump surpreende Netanyahu ao anunciar que EUA e Irã começariam negociações sobre o programa nuclear de Teerã, enquanto Israel buscava apoio para ataques contra o Irã.
- Em julho de 2025, Netanyahu diz que um eventual estado palestino seria plataforma para destruir Israel e foca, junto a Trump, na libertação de reféns em Gaza.
- Em setembro de 2025, Trump obtém de Netanyahu concordância com uma proposta de paz patrocinada pelos EUA para encerrar a guerra em Gaza, ainda com dúvidas sobre a aceitação pelo Hamas.
- Em dezembro de 2025, após reunião em Mar-a-Lago, Trump diz que os EUA poderiam apoiar novo grande ataque ao Irã se este reativar seus programas, e avisa Hamas sobre consequências se não desarmar.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e o então presidente dos EUA, Donald Trump, realizaram seis encontros desde janeiro de 2025. A pauta central envolveu Irã, Gaza e possibilidades de acordo de paz no Oriente Médio. O objetivo era acompanhar avanços, recuos e cenários de cooperação entre ambos os governos.
Pelos registros, o tema nuclear iraniano dominou boa parte das conversas, com itens sobre negociações em andamento e a necessidade de sondar caminhos de diálogo ou de pressão. Também houve referências a ações coordenadas sobre a faixa de Gaza, com foco em estratégias militares e em propostas de resolução.
Entre os desdobramentos, Netanyahu sinalizou prioridades sobre segurança israelense e o controle de decisões soberanas, enquanto Trump buscou redefinir a postura norte-americana na região. Em alguns momentos, houve menção a medidas de alto impacto, como acordos de paz e condicionantes para operações militares.
Outra frente discutida foi a perspectiva de um acordo de paz patrocinado pelos EUA, com Netanyahu participando de discussões que visavam encerrar conflitos prolongados. Perguntas sobre a aceitabilidade de tais propostas ao longo do tempo foram foco de avaliação entre as partes.
No período, surgiram também declarações sobre o fim da guerra em Gaza e sobre a possibilidade de reavaliação de ferramentas políticas para lidar com o Hamas. A complexa relação entre segurança, cooperação regional e pressões externas permaneceu como pano de fundo.
Ao longo de 2025, houve ainda episódios em que o apoio norte-americano a ações voluntariamente contundentes contra alvos estratégicos foi discutido, com ênfase em consequências para a região e para a própria estabilidade do acordo com autoridades locais.
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