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Principais questões da eleição de 12 de fevereiro em Bangladesh

Eleição de Bangladesh testa retorno à democracia; corrupção, inflação e emprego são principais preocupações, com o banimento do Awami League e possível abstenção

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Supporters of the Bangladesh Nationalist Party (BNP) chant slogans, during an election campaign rally attended by the party chairman, Tarique Rahman, ahead of the national election, at Jatrabari, in Dhaka
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  • Eleitores: quase 128 milhões podem votar na eleição de Bangladesh a 12 de fevereiro, em meio a retorno à democracia após a queda de Hasina em 2024.
  • Corrupção: pesquisa aponta a corrupção como maior preocupação; os principais rivais, Partido Nacionalista de Bangladesh (BNP) e Jamaat‑e‑Islami, destacam o combate à corrupção em suas campanhas.
  • Inflação: inflação de 8,58% em janeiro; mais de dois terços dos entrevistados citam preços como segunda maior preocupação.
  • Desenvolvimento econômico: o país, que já foi destaque de crescimento, busca recuperar impulso após impactos da pandemia e das protests de 2024; desenvolvimento econômico fica em terceiro na lista de preocupações.
  • Emprego e cenário político: cerca de 40% da população tem menos de 30 anos, o que coloca pressão para geração de empregos; o Awami League de Hasina está proibido de concorrer, o que alimenta expectativas de boicote entre eleitores, embora analistas não prevejam adesão maciça.

Bangladeshis vão às urnas na quinta-feira, com quase 128 milhões de eleitores aptos a votar, em um teste importante para a volta da democracia após a queda de um líder em agosto de 2024. O país, com 175 milhões de habitantes, viveu sob administração interina desde então.

A eleição ocorre em meio a protestos e incertezas sobre a participação. A coalizão liderada pela oposição tem foco em corrupção, economia e criação de empregos. As candidaturas oficiais foram marcadas por restrições políticas.

Analistas observam que, mesmo após o fim do governo de Hasina, a votação não se parece com um pleito normal, devido às condições políticas. A eleição é vista como barômetro de apoio às propostas de oposição e de continuidade do processo democrático.

Corrupção

A corrupção desponta como grande preocupação de eleitores, segundo pesquisa realizada em Dhaka. A percepção de corrupção é historicamente alta no país, conforme indicadores internacionais. Temos o reformismo como eixo das campanhas de ambos os grandes blocos.

O Bangladesh Nationalist Party (BNP) e Jamaat‑e‑Islami vendem propostas de combate à corrupção. A imagem anticorrupção de Jamaat ganha força na campanha de retorno ao eleitorado.

Inflação

A inflação foi estimada em 8,58% em janeiro, conforme dados oficiais. O item “preços” ficou entre as duas maiores preocupações dos entrevistados na pesquisa de opinião.

Desenvolvimento Econômico

O país já foi referência de crescimento na região, mas enfrentou dificuldades após a pandemia. O setor têxtil de exportação景 foi impactado pelos protestos de 2024, reduzindo a dinâmica de crescimento.

Emprego

Cerca de 40% da população tem menos de 30 anos. O novo governo enfrentará pressão para criar oportunidades de trabalho para milhões de jovens, diante da instabilidade recente.

Proibição do Awami League

O Awami League, partido do atual governo, foi proibido de participar das eleições. A ausência do partido é apresentadaa como fator que pode motivar o boycott de eleitores. Analistas indicam que votantes anteriores do Awami League podem migrar para BNP ou Jamaat, influenciando o resultado.

Apesar da proibição, pesquisas mostram que uma parcela dos eleitores que já apoiou Hasina migrou para BNP, com relevo para a Jamaat em parte dos seus números de apoio. Os insights de pesquisas recentes ajudam a entender o possível desenho do pleito.

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