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Republicano pede que aliado de Trump, Lutnick, deixe o gabinete por Epstein

Deputado republicano cobra demissão de Howard Lutnick por ligações com Jeffrey Epstein após divulgação de arquivos que revelam contatos e viagens

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Representative Thomas Massie, Republican for Kentucky, co-authored a law mandating the release of the so-called Epstein files.
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  • O congressista Thomas Massie pediu a renúncia do secretário de Comércio, Howard Lutnick, por vínculos com Jeffrey Epstein e disse que ele “tem muito a explicar”.
  • A cobrança ocorre após a divulgação de cerca de 3 milhões de páginas de registros do caso Epstein, conforme lei de transparência que Massie ajudou a aprovar.
  • Os documentos mostram que Lutnick discutiu visitas à ilha de Epstein em 2012, anos depois da condenação do finaceiro, além de e-mails sobre viagens e arrecadação de fundos.
  • Lutnick também convidou Epstein para um evento de arrecadação da campanha de Hillary Clinton em 2015; ele apoiou Trump nas eleições de 2016 e 2020.
  • O Departamento de Comércio informou que Lutnick e sua esposa conheceram Epstein em 2005 e tiveram interações limitadas nos 14 anos seguintes; parlamentares de ambos os lados pedem explicações e, em alguns casos, a demissão dele.

O congressista Thomas Massie pediu a exoneração do secretário de Comércio, Howard Lutnick, após vir à tona vínculos com Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais. Massie afirmou em entrevista que Lutnick “tem muito a responder” sobre as relações mantidas com o financista. O pedido ocorre após Massie ter coautorado lei que liberou os chamados Epstein files.

Massie disse que Lutnick, aliado de longa data de Donald Trump, deveria renunciar para facilitar o trabalho do presidente. Em comparação com a política britânica, o congressista sugeriu que Lutnick já estaria fora em outro país, caso o caso fosse semelhante no Reino Unido.

O Departamento de Comércio informou que Lutnick e sua esposa conheceram Epstein em 2005 e tiveram contatos limitados nos 14 anos seguintes, segundo a pasta. A mensagem procurou minimizar a relação, destacando encontros esporádicos ao longo do tempo.

Detalhes dos Epstein files liberados pelo Departamento de Justiça, na semana passada, incluem e-mails que mostram discussões sobre viagens e arrecadação de fundos, com Lutnick e Epstein morando próximos na Upper East Side, em Manhattan. As mensagens tratam de agendas e contatos para eventos.

Entre as comunicações, consta a menção de uma viagem a St Thomas, nos EUA, em 2012, com Epstein e contatos para possível encontro. Embora não haja confirmação de visita à ilha privada de Epstein, as mensagens indicaram planos de encontros e atividades de viagem.

Registros mostram que Lutnick também participou de correspondência relacionadas a arrecadação de fundos, incluindo um convite para um evento com Hillary Clinton em 2015, ao qual Epstein foi conectado como interlocutor. Lutnick já apoiou Trump em eleições anteriores.

Em paralelo, o ofício de Lutnick discutiu, em 2018, uma possível intervenção de Epstein em questões ligadas ao Frick Collection, com sugestões de medidas para preservar vistas no local. A aprovação de tais mensagens foi objeto de escrutínio público.

A defesa de Lutnick, representada pela equipe do Departamento de Comércio, ressaltou que os contatos com Epstein foram limitados e não indicam amizade próxima. Diversos congressistas exigem esclarecimentos adicionais e respostas formais sobre as ligações.

A reação pública tem sido mista, com pedidos de esclarecimentos adicionais e de que Lutnick se afaste do governo até que as investigações avancem. A discussão envolve questões éticas sobre vínculos entre autoridades e indivíduos implicados em crimes.

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