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Jimmy Lai, magnata de Hong Kong, defende democracia diante da China

Jimmy Lai recebe vinte anos de prisão sob lei de segurança nacional, o maior castigo já aplicado a dissidente pró-democracia em Hong Kong

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
FILE PHOTO: Media mogul Jimmy Lai, founder of Apple Daily, arrives the Court of Final Appeal by prison van in Hong Kong, China February 9, 2021.
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  • Jimmy Lai foi condenado a vinte anos de prisão sob a lei de segurança nacional de Hong Kong.
  • A sentença é a mais dura já aplicada sob essa legislação, criada após os protestos pró-democracia de 2019.
  • Lai, atualmente com setenta e oito anos, está detido há mais de cinco anos, com problemas de saúde relatados pela família.
  • Seu jornal Apple Daily foi encerrado em 2021 após operações policiais, e Lai foi acusado de conluio com forças estrangeiras e sedição.
  • O empresário afirmou que vai “lutar até o último dia”, e um juiz o rebateu por se apresentar como prisioneiro político durante o julgamento.

Jimmy Lai, magnata de Hong Kong e crítico da China, foi condenado a 20 anos de prisão sob a lei de segurança nacional. A sentença, proferida nesta segunda-feira, representa a punição mais severa já aplicada sob a legislação de Beijing.

A decisão chega após anos de ações políticas e empresariais de Lai, que financiou o movimento pró-democracia de Hong Kong e operou o tabloide Apple Daily, encerrado em 2021 depois de invasões policiais e congelamento de ativos. Lai está detido há mais de cinco anos.

A Hong Kong Regulador das Leis de Segurança Nacional foi criada após os protestos pró-democracia de 2019. Autoridades chinesas afirmam que a lei restaurou a estabilidade, enquanto críticos destacam freios à liberdade de expressão.

Lai, 78 anos, passou boa parte do período em custódia, com períodos de confinamento solitário. Reportes indicam que sua saúde se deteriorou durante a prisão.

O caso envolve a acusação de conspiração com forças estrangeiras e sedição, pela qual Lai foi condenado. O Judiciário descreveu Lai como o cérebro por trás das supostas conspirações de cooperação estrangeira.

Lai mantinha uma atuação pública constante contra o governo chinês e defendia reformas políticas em Hong Kong. Enquanto alguns aliados reconheciam riscos ao enfrentar Beijing, Lai permaneceu ativo na defesa de liberdades.

Antes do veredito, Lai havia afirmado que continuaria lutando até o fim. O processo contou com a participação de familiares, que acompanharam o desenrolar. A saúde de Lai gerou preocupação entre apoiadores e observadores.

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