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Encarregado de Trump afirma que deportações devem manter confiança pública

Tom Homan afirma que deportações devem priorizar criminosos para manter o apoio público, enquanto ações agressivas de imigração provocam protestos e críticas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Tom Homan speaks at a press conference at the Bishop Henry Whipple federal building on 4 February 2026 in Minneapolis, Minnesota.
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  • Tom Homan, ex-czar da fronteira na gestão Trump, disse que uma operação de imigração ampla perderia apoio público.
  • Ele afirmou, em entrevista para o livro Undue Process, que é necessário priorizar criminosos ilegais para manter a fé do povo americano.
  • Dados divulgados pelo CBS mostram que menos de quatorze por cento dos quase quatrocentos mil imigrantes presos pela ICE no primeiro ano do segundo mandato de Trump tinham crimes violentos.
  • Homan foi enviado para Minneapolis após a saída de Gregory Bovino, e, mesmo com a promessa de 700 de cerca de 2,7 mil oficiais deixarem a cidade, não houve grande redução no ritmo das ações de imigração.
  • O relato também aponta tensões públicas, com protestos em várias cidades e mortes de dois cidadãos após ações de agentes de imigração em Minneapolis.

Tom Homan, responsável na gestão da fronteira durante a era Trump, foi designado para Minnesota em janeiro, após agentes federais matarem dois manifestantes cidadãos norte-americanos. Em entrevista ao NBC News, ele alertou que uma operação de imigração difundida e agressiva poderia perder apoio público, caso mantida.

Homan comentou para a autora Julia Ainsley, em material de um livro ainda inédito, que a maioria dos norte-americanos apoia a saída de imigrantes ilegais com antecedentes criminais, desde que a operação siga um critério claro. Segundo ele, esse alinhamento é essencial para manter a confiança da população.

Conforme o relato, o Departamento de Segurança Interna tem realizado ações de grande escala, com centenas de milhares de pessoas abordadas, em abordagem descrita como contundente por críticos. Os acontecimentos incluem protestos em várias cidades e mortes de dois imigrantes detidos pelo funcionamento de oficiais de imigração.

Dados divulgados na segunda-feira indicam que menos de 14% dos quase 400 mil imigrantes presos pela ICE no primeiro ano do segundo mandato de Trump tinham acusações ou condenações por crimes violentos, o que contradiz a narrativa de alvo apenas pelos casos mais graves.

Homan chegou a Minneapolis após a saída de Gregory Bovino, oficial veterano da patrulha de fronteira, que foi a face pública das operações duras de imigração na cidade e em outras metrópoles, como Los Angeles e Chicago. As tensões, porém, persistem, mesmo com a anunciada saída de parte dos agentes para reduzir o ritmo de ações.

Apesar de a administração ter sinalizado desejo por um tom mais brando, não houve, até o momento, discreta redução na prática de prisões e operações migratórias em âmbito nacional, segundo reportagem publicada. O cenário permanece de atuação contínua das autoridades.

As informações do período remontam a anos anteriores, quando a mobilização de tropas da Guarda Nacional e, posteriormente, a presença de fuzileiros marinhos em cidades como Los Angeles, foram citadas como parte de uma estratégia de endurecimento. A repercussão entre autoridades e comunidades segue em análise.

No contexto, Homan defendeu que casos de imigração envolvendo pessoas que entraram no país buscando asilo devem receber prioridade, especialmente se houver histórico criminal. Ele ressaltou que mensagens divergentes sobre as políticas podem abalar a legitimidade do governo frente ao público.

Ainda segundo o relato, há reconhecimento de que detenções colaterais de pessoas sem crimes podem ocorrer durante operações direcionadas, desde que pertinentes ao objetivo de segurança pública. Para o ex-funcionário, cumprir essa prioridade é essencial para manter o apoio ao governo.

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