- Pesquisas de boca de urna indicam que a coalizão liderada pela primeira-ministra Sanae Takaichi deve obter grande maioria na Câmara Baixa do Japão.
- O Partido Liberal Democrata deve conquistar entre 274 e 328 das 465 cadeiras, acima do mínimo de 233 para maioria.
- A projeção foi divulgada pela NHK, conforme a contagem de votos publicada neste domingo.
- O resultado foi divulgado em Tóquio, em 8 de fevereiro, pela agência Reuters.
A coalizão do Primeiro-Ministro Sanaa Takaichi está prestes a conquistar uma ampla maioria na Câmara Baixa do Japão, segundo pesquisas de boca de urna divulgadas no domingo. A sondagem mostra vitória da Liberal Democratic Party (LDP) com 274 a 328 das 465 cadeiras em jogo, acima do mínimo de 233 para maioria, conforme NHK.
A apuração aponta que o resultado deve consolidar o controle de Takaichi sobre o parlamento e o governo. A liderança da LDP e seus aliados indicaram intenção de manter políticas fiscais estáveis e reforçar a segurança nacional, com apoio ao orçamento sem depender excessivamente da oposição.
O pleito ocorreu neste domingo em todo o território japonês, com eleitores indo às urnas para escolher deputados da Câmara Baixa. A ampla maioria prevista aumenta a pressão sobre o governo para apresentar medidas de longo prazo e preservar consistência institucional.
Analistas avaliam que a vitória ampla pode facilitar decisões difíceis de política fiscal, com menos necessidade de acordos entre oposição para aprovar orçamentos. Há expectativa de continuidade de medidas de estímulo fiscal, monitoradas por mercados.
Mercados reagiriam positivamente a uma vitória expressiva, com provável sostenção de políticas de apoio à economia. Especialistas consideram que a composição reforça a posição de Takaichi para promover consolidação e eventuais fusões industriais.
A leitura de especialistas aponta ainda cautela com o enquadramento da política monetária, que pode evoluir de forma gradual. Pesquisadores destacam a necessidade de equilíbrio entre estímulo fiscal e disciplina macroeconômica para evitar pressões excessivas sobre juros.
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