- O presidente de Israel, Isaac Herzog, chegou a Sydney para uma viagem de quatro dias à Austrália, para conversar com sobreviventes do ataque em Bondi e com as famílias das vítimas.
- Herzog e a esposa, Michal Herzog, foram recebidos pelo embaixador israelense na Austrália ao aterrissar e, no Bondi, depositaram uma coroa em homenagem às vítimas.
- A agenda prevê encontros com o primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, o governador-geral, Sam Mostyn, e líderes de diferentes espectros políticos, além de entrevistas à imprensa.
- A visita causou discordância na comunidade judaica australiana, com anúncios em jornais pedindo que Herzog não fosse recebido e críticas à presença do visitante.
- O governador de Nova Gália do Sul, Chris Minns, pediu calma diante de protestos previstos contra a visita, destacando uma operação policial de grande escala e negociações para direcionar as manifestações.
Isaac Herzog, presidente de Israel, chegou a Sydney para uma viagem de quatro dias à Austrália. O objetivo é conversar com sobreviventes do ataque em Bondi e com familiares das vítimas, em meio a medidas de segurança rígidas.
A comitiva foi recebida na chegada por Amirm Maimon, embaixador de Israel na Austrália, conforme a Embaixada israelense divulgou pela rede X. Herzog viaja acompanhado pela esposa, Michal Herzog.
O roteiro prevê uma cerimônia de reverência no Bondi Beach antes do meio-dia e encontros com líderes comunitários em Sydney. Depois, o presidente seguirá para Canberra e Melbourne.
Detalhes da visita foram mantidos sob sigilo. Em Sydney, Herzog deve se encontrar com autoridades australianas, incluindo o primeiro-ministro Anthony Albanese, o governador-geral e líderes de diferentes espectros políticos.
A Embaixada informou que o objetivo é expressar solidariedade e apoiar a comunidade judaica australiana após o ataque. A agenda também inclui entrevistas à imprensa.
Reação da comunidade varia. O Conselho Executivo da Comunidade Judaica Australiana saudou a visita como importante para os sobreviventes e para a relação entre os dois países.
Protestos e segurança
Movimento pró-Palestina planejou manifestação em Sydney durante a estadia, com a polícia montando operação de grande escala para manter a ordem. Autoridades disseram que a situação é monitorada de perto.
O premier de NSW, Chris Minns, pediu calma e evitou antecipar decisões judiciais sobre restrições a protestos. Uma audiência judicial avaliaria a manutenção de uma designação de grande evento para o ato.
Minh assinou que cerca de 500 agentes estariam presentes na região central de Sydney, com uso de recursos para negociar a dispersão de manifestantes. Autoridades ressaltaram a necessidade de manter o diálogo.
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