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Chefe de gabinete do PM britânico deixa cargo após atrito com Mandelson

McSweeney deixa cargo, ampliando a crise de Starmer sobre Mandelson como embaixador dos EUA e os vínculos com Jeffrey Epstein

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Downing Street Chief of Staff Morgan McSweeney arrives for the annual Lady Mayor's Banquet at the Guildhall in London, Britain, December 1, 2025. REUTERS/Chris J. Ratcliffe/File Photo
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  • Morgan McSweeney, chefe de gabinete do primeiro-ministro britânico Keir Starmer, anunciou sua saída em comunicado neste domingo.
  • A demissão ocorre em meio à pressão sobre Starmer pela nomeação de Peter Mandelson como embaixador nos Estados Unidos.
  • A crise é classificada como uma das maiores de Starmer, após surgirem dados sobre a relação de Mandelson com o falecido condenado Jeffrey Epstein.
  • McSweeney disse que participou da nomeação e que a decisão foi errada, afirmando que prejudicou o partido, o país e a confiança na política; ele assume a responsabilidade pela orientação dada ao premiê.
  • O assessor, considerado um dos arquitetos do sucesso de Starmer na eleição de julho de 2024, reforçou sua proximidade com o premiê no anúncio.

Morgan McSweeney, chefe de gabinete do primeiro-ministro britânico Keir Starmer, anunciou sua saída neste domingo, 8 de fevereiro. A decisão ocorre em meio à pressão sobre Starmer após a nomeação de Peter Mandelson como embaixador no Reino Unido.

McSweeney afirmou, em comunicado, ter participado da nomeação de Mandelson e reconheceu que a decisão foi inadequada. Ele disse que a nomeação trouxe danos ao partido, ao país e à confiança na política, e assumiu toda a responsabilidade pelo conselho dado ao premiê.

O caso envolve Mandelson e seu histórico de relacionamento com Jeffrey Epstein, conforme documentos divulgados posteriormente. A crise é descrita como uma das maiores já enfrentadas por Starmer em seus 18 meses no poder, desde a divulgação dos arquivos.

Contexto da nomeação e consequências

A saída de McSweeney intensifica o escrutínio sobre a gestão de Starmer e o impacto político da escolha de Mandelson para a pasta externa. A situação alimenta debates sobre integridade e confiança pública na liderança do governo.

Observa-se que a controvérsia também repercute no interior do Partido Trabalhista, com diferentes vozes estabelecendo limites entre apoio a políticas de longo prazo e preocupações éticas.

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