- O comitê de sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou, de forma unânime, isenções a 17 projetos humanitários para a Coreia do Norte.
- As isenções visam viabilizar a entrega de assistência humanitária ao país, segundo uma fonte diplomática.
- Os projetos são realizados por organismos internacionais, como o UNICEF, e organizações não governamentais de vários países, e estavam pendentes desde a primeira metade de dois mil e vinte e cinco.
- A decisão ainda não teve anúncio oficial pelo Conselho de Segurança ou pelo comitê de sanções; não houve comunicação imediata para comentários.
- A imprensa sul-coreana informou que o governo dos Estados Unidos teria dado apoio à isenção, que exigiu concordância unânime no comitê, em meio a avanços diplomáticos com Pyongyang.
A comissão de sanções do Conselho de Segurança da ONU aprovou, de forma unânime, isenções a sanções amplas para permitir a entrega de ajuda humanitária à Coreia do Norte. A decisão envolve 17 projetos humanitários apoiados por organismos internacionais e ONGs.
Segundo uma fonte diplomática, as exceções aos 17 projetos foram aprovadas na quinta-feira e visam facilitar o acesso de ajuda à população norte-coreana. A medida ainda não teve anúncio oficial pelo Conselho de Segurança nem pela comissão de sanções.
Os projetos são realizados por organismos como a UNICEF e ONGs com base na Coreia do Sul, Estados Unidos e outros países. Eles estavam em pendência desde a primeira metade de 2025, conforme a fonte.
O contexto da decisão envolve a pressão de Seul e Washington para retomar o diálogo com Pyongyang, em meio a tensões sobre o programa nuclear norte-coreano. A resolução que fundamenta as sanções foi adotada em 2006, após o sexto teste nuclear da Coreia do Norte.
A Coreia do Norte classifica as sanções como hostis e afirma que violam seu direito soberano de desenvolver armamento. A fonte relata que a aprovação ocorreu com apoio dos EUA, que participa do comitê do Conselho de Segurança responsável pela sanção a Pyongyang.
O retorno a negociações entre as partes permanece incerto. Em meio às negociações, Pyongyang mantém foco no avanço de seus programas militares e busca fortalecer relações com Rússia e China.
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