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ONU isenta sanções para ajuda humanitária à Coreia do Norte, diz fonte

Comitê de sanções da Organização das Nações Unidas aprova isenções para 17 projetos humanitários na Coreia do Norte, abrindo passagem para ajuda internacional

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
The United Nations General Assembly meets after China and Russia vetoed new sanctions on North Korea in the U.N. Security Council, at U.N. headquarters in New York City, New York, U.S., June 8, 2022.
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  • O comitê de sanções do Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou, de forma unânime, isenções a 17 projetos humanitários para a Coreia do Norte.
  • As isenções visam viabilizar a entrega de assistência humanitária ao país, segundo uma fonte diplomática.
  • Os projetos são realizados por organismos internacionais, como o UNICEF, e organizações não governamentais de vários países, e estavam pendentes desde a primeira metade de dois mil e vinte e cinco.
  • A decisão ainda não teve anúncio oficial pelo Conselho de Segurança ou pelo comitê de sanções; não houve comunicação imediata para comentários.
  • A imprensa sul-coreana informou que o governo dos Estados Unidos teria dado apoio à isenção, que exigiu concordância unânime no comitê, em meio a avanços diplomáticos com Pyongyang.

A comissão de sanções do Conselho de Segurança da ONU aprovou, de forma unânime, isenções a sanções amplas para permitir a entrega de ajuda humanitária à Coreia do Norte. A decisão envolve 17 projetos humanitários apoiados por organismos internacionais e ONGs.

Segundo uma fonte diplomática, as exceções aos 17 projetos foram aprovadas na quinta-feira e visam facilitar o acesso de ajuda à população norte-coreana. A medida ainda não teve anúncio oficial pelo Conselho de Segurança nem pela comissão de sanções.

Os projetos são realizados por organismos como a UNICEF e ONGs com base na Coreia do Sul, Estados Unidos e outros países. Eles estavam em pendência desde a primeira metade de 2025, conforme a fonte.

O contexto da decisão envolve a pressão de Seul e Washington para retomar o diálogo com Pyongyang, em meio a tensões sobre o programa nuclear norte-coreano. A resolução que fundamenta as sanções foi adotada em 2006, após o sexto teste nuclear da Coreia do Norte.

A Coreia do Norte classifica as sanções como hostis e afirma que violam seu direito soberano de desenvolver armamento. A fonte relata que a aprovação ocorreu com apoio dos EUA, que participa do comitê do Conselho de Segurança responsável pela sanção a Pyongyang.

O retorno a negociações entre as partes permanece incerto. Em meio às negociações, Pyongyang mantém foco no avanço de seus programas militares e busca fortalecer relações com Rússia e China.

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