- Noruega deve abrir uma investigação sobre o seu Ministério das Relações Exteriores por ligações ao falecido Jeffrey Epstein, segundo relatos.
- Novos arquivos publicados mostram ligações de Epstein com políticos, membros da realeza e ultrarricos, ampliando o escrutínio na Noruega.
- Figuras públicas norueguesas sob fogo incluem a princesa herdeira Mette-Marit e o ex-primeiro ministro Thorbjørn Jagland.
- O ex-chanceler Boerge Brende, hoje líder do Fórum Econômico Mundial, e Mona Juul, embaixadora, também são alvo de questionamentos; Juul foi suspensa para apuração interna.
- A polícia de crimes econômicos investiga Jagland por suposta corrupção agravada; a diplomacia busca suspender a imunidade dele junto ao Conselho da Europa, segundo apurações.
Noruega pode abrir uma investigação sobre o Ministério das Relações Exteriores devido a ligações com o falecido abusador Jeffrey Epstein, entre as várias nações da Europa sob pressão provocada pelo escândalo. A divulgação de uma massa de novos arquivos expôs relações de Epstein com políticos, celebridades e ultrarrrichos.
Entre os nomes, surgem ligações com a princesa herdeira Mette-Marit e com o ex-primeiro-ministro e ex-chefe da diplomacia Thorbjorn Jagland, além de Boerge Brende, atualmente na direção do Fórum Econômico Mundial. Juul e Roed-Larsen estavam ligados a canais de contato entre a OLP e o governo israelense.
As informações aparecem após a liberação de arquivos pelo departamento de Justiça dos EUA, que ampliaram a compreensão sobre as ligações de Epstein.
Em Oslo, a maioria dos partidos sinaliza apoio a uma comissão independente para investigar o ministério, segundo a imprensa local. A polícia de crime econômico investiga Jagland por suposta corrupção agravada, com o advogado dele garantindo cooperação.
JAGLAND CORRUPTION INVESTIGATION
O ministério externo informou que pretende buscar a suspensão da imunidade diplomática de Jagland, ex-presidente do Conselho da Europa. Não houve resposta imediata do Conselho da Europa. Juul e Roed-Larsen não comentaram, e o ministério suspendeu Juul para apurar conduta interna.
Brende afirmou não ter conhecimento prévio sobre Epstein e mencionou arrependimento por não ter investigado o caso com mais rigor. Os novos arquivos também detalham e-mails entre Epstein e a princesa Mette-Marit após o crime original, sobre o qual ela pediu desculpas.
A situação envolve ainda a família real norueguesa, já lidando com outros problemas, incluindo a condição do filho de Mette-Marit, que enfrenta julgamento por acusações de estupro e violência doméstica. As revelações ampliam o escrutínio sobre autoridades e figuras públicas ligadas a Epstein.
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