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Trump defende Noem, Gabbard e Bondi no National Prayer Breakfast

Trump defende Noem, Gabbard e Bondi na National Prayer Breakfast, elogia forças de segurança e política migratória, e cita dúvidas sobre eleições de 2020

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
U.S. President Donald Trump receives a standing ovation as he speaks during the National Prayer Breakfast in Washington, D.C., U.S., February 5, 2026. REUTERS/Al Drago
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  • O presidente Donald Trump defendeu três membros de seu gabinete — Kristi Noem, Tulsi Gabbard e Pam Bondi — durante a Reunião Nacional de Oração, elogiando a atuação na fronteira e no combate ao crime.
  • Em tom não teleprompter, ele citou temas de lei e ordem, advertiu combatentes do Hamas a se desarmarem e elogiou Nayib Bukele e o megaprisão em El Salvador.
  • Trump mencionou a presença de Gabbard numa operação do FBI em Atlanta ligada a um mandato de busca relacionado a eleições, e insinuou envolvimento russo em fraudes eleitorais.
  • O chefe da Casa Branca destacou que a operação envolveu a prisão de Nicolás Maduro em Caracas e afirmou estar trabalhando com a presidente interina Delcy Rodríguez, comemorando os desdobramentos na Venezuela.
  • Ele enfatizou a força do Exército americano, dizendo que “tem uma força que parece Tom Cruise, só que maior”.

O presidente Donald Trump defendeu três membros de seu gabinete durante a National Prayer Breakfast em Washington, na quinta-feira. O discurso, marcado por ataques a políticas migratórias e pela defesa da força militar dos EUA, ocorreu em meio a questionamentos sobre ações de seu governo.

Trump elogiou a atuação de Kristi Noem na fronteira sul e nas políticas de combate ao crime, dizendo que não iria demiti-la, mesmo após críticas após a morte de dois manifestantes em Minnesota durante operações de deportação.

Ele também defendeu Tulsi Gabbard, citando-a como excelente em lidar com ameaças externas, e mencionou Pam Bondi como a quem enviou Gabbard para Atlanta, sem detalhar o objetivo.

Defesa de integrantes do gabinete

O presidente ressaltou o endurecimento das políticas migratórias e a atuação da Segurança Interna, afirmando que a administração tem adotado medidas firmes na fronteira.

Trump citou ações associadas à resposta a eventos envolvendo o հնարավոր e ressaltou o foco em manter a lei e a ordem dentro do país.

Menções a eleições e questões internacionais

Durante o encontro, o republicano mencionou investigações em curso sobre eleições de 2020, repetindo alegações de fraude que foram amplamente rejeitadas por autoridades e tribunais.

O chefe de governo também comentou a situação na Venezuela, afirmando que houve desdobramentos que levaram à captura de Nicolás Maduro, e afirmou cooperação com o governo interino de Delcy Rodríguez.

Além disso, Trump destacou a demonstração de poder militar dos EUA, descrevendo a capacidade das Forças Armadas como superior e pronta para agir em regiões estratégicas.

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