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Famílias de prisioneiros políticos venezuelanos rezam pela libertação

Famílias de prisioneiros políticos pressionam governo interino por liberação, após anúncio de projeto de anistia que ainda deixa centenas detidas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
A woman holds a candle during a vigil to demand the freedom of Venezuelan political prisoners.
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  • Na noite de 17 de janeiro, dezenas de pessoas se reuniram em frente à Cadeia Zona 7, em Caracas, com velas e cartazes pela libertação de presos políticos, sob supervisão de policiais em traje de choque.
  • Famílias de presos têm realizado vigílias desde 9 de janeiro em mais de cento e vinte unidades prisionais do país, como El Helicoide, El Rodeo I, Tocorón, Ramo Verde, Yare e Zona 7.
  • A presidente interina Delcy Rodríguez anunciou, em 30 de janeiro, a apresentação de um projeto de lei de anistia ao Legislativo para zerar acusações desde 1999 contra presos políticos.
  • O governo diz ter libertado mais de seiscentos presos; o grupo Foro Penal aponta que foram trezentos e cinquenta libertados, com setecentos e oitenta e um ainda detidos.
  • Relatos de familiares citam casos de detidos ligados à política, além de relatos de condições precárias nas prisões, e há menção ao aumento de evangélicos entre os presos.

Dois a três parágrafos de texto iniciais, apresentando o fato central: famílias de presos políticos venezuelanos realizam vigílias e o governo interino anuncia proposta de anistia. O objetivo é manter o ritmo objetivo e informativo.

Na noite de 17 de janeiro, dezenas de pessoas se reuniram em frente ao Centro de Detenção Zona 7, em Caracas, com velas e cartazes em defesa da libertação de presos políticos. O ato contou com a participação de líderes religiosos e reforçou a pressão por medidas de clemência.

Desde 9 de janeiro, familiares de presos políticos realizam vigílias em várias prisões do país, entre elas El Helicoide, El Rodeo I, Tocorón e Ramo Verde. As visitas são marcadas por chants, cânticos religiosos e orações, em meio a relatos de cárceres superlotados.

Anúncio de amnistia

A atuação do governo interino liderado por Delcy Rodríguez ganhou destaque após a promessa de libertar detentos como gesto de boa vontade, atendendo a pressões internacionais. Segundo o movimento Foro Penal, 350 detidos foram libertados, enquanto 681 ainda permanecem atrás das grades.

Rodríguez afirmou, em 30 de janeiro, a intenção de apresentar um projeto de lei de anistia à Assembleia Nacional. A proposta visa excluir acusações desde 1999, período de ascensão de Hugo Chávez, para todos os presos políticos. Autoridades destacam que a medida busca justiça e reconciliação nacional.

Familiares ouvidos pela reportagem reconhecem cautela diante da anunciada proposta. O coordenador do Foro Penal indica otimismo moderado e ressalta a necessidade de libertação ampla. Um filho de preso relata preocupação com o cumprimento integral da anistia.

Entre os detidos, destacam-se casos de familiares de figuras históricas da oposição, como o ex-secretário de defesa Raúl Isaías Baduel e o empresário Leocenis García, ambos presos por acusações relacionadas a conspiração ou terrorismo. A situação mostra a continuidade de tensões políticas no país.

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