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HRW acusa que Trump ameaça democracia global e influencia América Latina

HRW diz que Trump ameaça a democracia global e incentiva abusos de direitos humanos na América Latina.

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Donald Trump, presidente dos EUA. Foto: Brendan SMIALOWSKI / AFP
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  • A HRW afirma que Donald Trump é uma das principais ameaças aos direitos humanos e à ordem democrática global, influenciando abusos na América Latina.
  • O relatório World Report 2026 aponta que democracias devem se reunir para preservar a ordem internacional, sob ataque de Trump, Rússia e China.
  • Destaques incluem uso de agentes do ICE em batidas violentas e envio da Guarda Nacional a cidades controladas pelo Partido Democrata, sob o pretexto de combater insurreição e crime.
  • O documento critica políticas de Trump que reduziram direitos civis, eliminaram programas de diversidade e reformularam a admissão de refugiados, favorecendo minorias em termos diversos.
  • Na América Latina, a influência de Trump é associada a violações de direitos de não cidadãos e a abusos contra jornalistas e opositores, com menção a El Salvador, Nicarágua e Peru, além de apoio a governos como o de Milei.

O Relatório Mundial 2026 da Human Rights Watch aponta o presidente dos EUA, Donald Trump, como uma das principais ameaças à democracia global e aos direitos humanos. A instituição afirma que a liderança americana influencia abusos em países da América Latina e no mundo.

Segundo o documento, democracias devem se unir para defender a ordem internacional diante de ações que enfraquecem valores democráticos. A HRW cita russo e chinês como reforçando esse cenário de erosão institucional.

A organização descreve políticas de Trump que supostamente promovem nacionalismo e desrespeito ao direito internacional, apontando impactos em direitos civis e no regime de leis que protegem a democracia e as liberdades.

Entre os pontos destacados estão operações do ICE com agentes mascarados em batidas consideradas violentas. A HRW também menciona o uso da Guarda Nacional em cidades controladas pelo Democrata, sob a desculpa de combater insurreição.

O relatório sustenta que, desde o início do mandato, Trump sinalizou ações contrárias a minorias, com cortes em programas de diversidade, equidade e inclusão. A análise afirma que políticas buscaram suprimir iniciativas contra discriminação.

A HRW cita medidas que afetaram direitos civis em órgãos federais e a supressão de programas de reparação histórica. Também aponta mudanças na admissão de refugiados, favorecendo grupos específicos.

Riscos apontados pelo documento incluem restrição de votos, com proposta de requisitos de cidadania para sufrágio, prazos menores para voto por correio e limitações para corrigir erros em cédulas. Tribunais norte-americanos frearam algumas propostas.

A organização afirma que o governo enfraqueceu pilares da sociedade civil: cortes de financiamento à pesquisa universitária, restrições a advogados, tentativas de revogar isenção fiscal de ONGs e uso indevido de agências regulatórias para silenciar críticas.

Influência na América Latina

A HRW afirma que a atuação de Trump incentiva governos da região a violar direitos de não cidadãos e a encorajar abusos contra cidadãos locais. A relação com autoridades locais é destacada como fator relevante.

O relatório menciona críticas públicas americanas a Venezuela, Cuba e Nicarágua, mas aponta omissões diante de abusos em El Salvador, Equador e Peru, incluindo repressão a jornalistas e defensores de direitos humanos.

A situação em El Salvador é ressaltada, com prisões de ativistas e críticos ao regime de Nayib Bukele. A HRW destaca o papel de jornalistas e defensores como ativos para a democracia regional.

Juanita Goebertus, diretora da HRW para as Américas, afirma que defensores de direitos humanos e jornalistas independentes são cruciais para vigiar abusos e expor corrupção. Ela ressalta a necessidade de apoio a esses atores.

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