- O Palestine Action Group planeja uma marcha contra a visita do presidente de Israel, Isaac Herzog, a Sydney no dia 9 de fevereiro, mesmo com restrições mantidas pela polícia de New South Wales.
- A polícia prorrogou por mais 14 dias a restrição a protestos, afirmando que a visita de Herzog foi um dos fatores considerados para a extensão.
- A organização pediu à polícia que facilite um trajeto pacífico da Town Hall ao parlamento estadual, enquanto as autoridades mantêm proibições em áreas designadas.
- O atual espaço permitido para protestos não inclui Hyde Park, que foi excluído do perímetro antes do ato de Invasão do Dia; o grupo informou ter apresentado o Formulário 1, mas a polícia indicou que não seria aceito.
- O premier Chris Minns afirmou ter tido várias reuniões com o comissário Mal Lanyon sobre a visita, destacando a necessidade de equilibrar a proteção ao visitante e a segurança da população local.
O Palestine Action Group planeja realizar uma marcha contra a visita do presidente de Israel, Isaac Herzog, a Sydney, marcada para o dia 9 de fevereiro, mesmo com a extensão de restrições a protestos anunciada pela polícia de New South Wales (NSW). A organização pretende sair da Town Hall até o Parlamento estadual, em meio a protestos nacionais.
Segundo a polícia, a extensão de 14 dias foi determinada pelo comissário Mal Lanyon, que citou como fator a visita de Herzog e o risco à segurança pública. A medida restringe a autorização de protestos sob o formulário 1, restringindo marchas em áreas designadas e elevando o potencial de prisão caso haja desrespeito.
A área designada inclui a região central de Sydney, com Town Hall e partes do CBD; Hyde Park ficou fora da rota após ajustes para eventos anteriores. Autoridades destacam que o mecanismo de restrição já está sendo alvo de questionamentos constitucionais. Em avaliação, o número de incidentes de ódio também pesa na decisão.
O grupo informou ter apresentado o formulário 1 para a manifestação, mas a polícia indicou que a solicitação não seria aceita devido à localização restrita. A polícia informou ainda que investiga pelo menos 10 incidentes antissemita envolvendo o tema do protesto.
Ao longo dos últimos anos, havia rallys pró-Palestina quase semanais na região, com relatos de tensões entre parte da comunidade e a polícia. A tensão em torno da visita de Herzog cresce enquanto o governo federal busca equilibrar a proteção de convidados e a rotina dos residentes.
O primeiro-ministro Chris Minns afirmou ter mantido reuniões com o comissário para tratar do assunto e reforçou a necessidade de proteger tanto o visitante quanto os moradores. A posição busca equilibrar segurança pública com direitos civis durante eventos de alto interesse internacional.
Contexto internacional e regional também compõem o tema, com organizações internacionais discutindo acusações de violações em Gaza. As informações sobre a posição de Israel e a resposta de autoridades australianas são acompanhadas por cobertura contínua, sem conclusão anunciada neste momento.
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