- Nouri al-Maliki, ex-primeiro-ministro do Iraque, foi indicado por uma aliança xiita para retornar ao cargo.
- Ele afirmou que acolheria favoravelmente uma decisão de substituir sua candidatura.
- Em 27 de janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que, se Maliki fosse eleito, Washington não ajudaria mais o Iraque.
- O Iraque é um grande produtor de petróleo e aliado próximo dos EUA.
- a matéria é da Reuters, com reportagem de Menna Alaa El-Din e Ahmed Rasheed.
Nouri al-Maliki, ex-primeiro-ministro do Iraque, disse nesta terça-feira que acolheria uma decisão que substitua sua candidatura ao cargo. Maliki foi indicado por uma aliança poderosa de partidos xiitas para retornar ao premiership.
A declaração ocorre após a pressão política presente no país, que busca consenso sobre o futuro governador do Iraque em meio a disputas entre facções xiitas e demais grupos. A aliança que o apoia ainda não anunciou a data de uma decisão final.
Contexto político
No dia 27 de janeiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que, se Maliki fosse escolhido para o posto, Washington deixaria de ajudar o Iraque, importante produtor de petróleo e aliado próximo dos EUA. A fala brasileira repercutiu no debate interno sobre segurança e política externa.
As informações são fornecidas por agências internacionais, com acompanhamento de especialistas locais sobre o impacto de mudanças no comando do governo. O objetivo é esclarecer quem está envolvido, quando e onde as negociações ocorrem, sem emitir julgamentos.
Entre na conversa da comunidade