- O líder supremo do Irã, ayatolá Ali Khamenei, disse que, se os EUA atacarem o Irã, o conflito se tornaria regional, segundo a imprensa estatal.
- Khamenei afirmou que o Irã não é quem inicia ataques, mas que responderá com força a quem atacar ou pressionar o país.
- Ainda há margem para solução diplomática, com Teerã dizendo estar aberto a negociações justas que não visem reduzir suas defesas.
- A Marinha dos Estados Unidos mantém na região seis destróieres, um porta-aviões e três navios de combate litorais.
- Os protestos desde dezembro deixaram centenas de mortos segundo números oficiais (3.117), enquanto a organização HRANA, com base nos EUA, aponta 6.713; a Reuters não verificou de forma independente.
Iranian leader avisa que ataque americano pode desencadear conflito regional
Teerã, 1º fev — o aiatolá Ali Khamenei afirmou que, se os EUA atacarem o Irã, a situação evoluirá para um conflito regional, segundo a imprensa estatal. A declaração ocorreu em meio a tensões entre Washington e Teerã.
O governo americano intensificou a presença naval no Oriente Médio após dizer que poderia intervir se não houver acordo nuclear ou se houver repressão a protestos. Khamenei disse que o Irã não busca atacar países, mas responderá a ataques.
Presença militar dos EUA na região inclui seis destroyers, um porta-aviões e três navios de luta littorais, segundo informações de fontes militares. A declaração sugere que Teerã monitora o deslocamento dos militares americanos.
Protestos desencadeados no fim de dezembro, inicialmente por dificuldades econômicas, foram descrevidos pelo regime como tentativa de golpe contra a autoridade governante. Estima-se números diferentes entre fontes oficiais e organizações de direitos humanos.
Khamenei também comparou as manifestações a uma sedição, afirmando que o objetivo era atacar os centros de governo. Diplomacia permanece como opção, com Teerã sinalizando estar aberto a negociações que não cerceem suas defesas.
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