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China avança com forças armadas mais modernas

Purga geracional na PLA sinaliza reconfiguração estratégica de Xi para enfrentar Taiwan em 2027, com foco na modernização e operações conjuntas

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Chinese President Xi Jinping attends a meeting with British Prime Minister Keir Starmer at the Great Hall of the People in Beijing on Jan. 29.
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  • Em 24 de janeiro, o presidente Xi Jinping removeu Zhang Youxia, o principal general de longa data, como parte de uma purga de alto escalão da Força de-leal do Exército de Libertação Popular (PLA).
  • As autoridades apontam possível investigação por corrupção e deslealdade, e a disputa também indica desacordos sobre a estratégia militar, com impactos potenciais para a postura global da China.
  • Analistas veem uma “reestruturação geracional” na PLA, com foco em prioridades de doutrina, treinamento e expansão para enfrentar o Taiwan em 2027, além de uma diferença entre ampliar o alcance rapidamente e fortalecer a capacidade de combate real.
  • A modernização da PLA vem desde a década de 2010, aumentando gastos (estimados informalmente em cerca de 400 bilhões de dólares) e avançando em tecnologia, navios, mísseis, caças e uma força naval em crescimento, além de consolidar a doutrina de operações conjuntas.
  • No legado de Xi, a PLA é vista como instrumento de poder de um grande Estado, com objetivo de manter o controle do Partido e evoluir para uma força moderna de 21º século, com foco em operações integradas, marines fortalecidos e presença estratégica em várias regiões.

O presidente chinês, Xi Jinping, promoveu uma rearrumação geracional no Partido Comunista e no Exército de Libertação Popular (PLA). Em 24 de janeiro, Zhang Youxia, um dos generais mais antigos do PLA, foi removido do comando, sendo alvo de suspeitas de corrupção e de deslealdade. Analistas dizem que divergências estratégicas com Xi também pesaram na decisão.

A purga faz parte de uma also geracional no PLA, com impactos significativos para a direção e o planejamento bélico. A operação ocorre em meio a uma corrida por modernização e ampliação das capacidades militares, especialmente com olhar voltado a possíveis conflitos com Taiwan em 2027.

Contexto estratégico

Segundo analistas, há uma tensão entre ampliar o alcance do PLA e fortalecer a capacidade de combate real. Enquanto alguns militares defendem uma expansão mais técnica e focada, outros defendem ações de demonstração de força para dissuasão. A temporada de mudanças ocorre antes de um novo plano quinquenal.

Modernização e doutrina

Especialistas destacam que, desde a década de 2010, a China vem aumentando investimentos militares para chegar perto dos EUA em gastos e capacidade tecnológica. O PLA adotou doutrina de operações conjuntas em 2020, reduzindo hierarquias antigas e promovendo brigadas, para funcionamento integrado.

Impacto e perspectivas

A reforma envolve também grandes mudanças na liderança, com foco em continuidade de desenvolvimento tecnológico. A meta é transformar o PLA em uma força moderna do século XXI, capaz de operações rápidas, com marinhas e forças anfíbias fortalecidas. O relógio estratégico aponta para 2027 como marco crucial.

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