- Em Minneapolis, três monumentos contra a brutalidade policial se somam aos locais onde morreram Alex Pretti e Renée Nicole Good, mantendo o memorial ao lado do de George Floyd.
- Os lugares das mortes de Pretti e Good se somam ao memorial que permanece de pé quase seis anos depois, em homenagem a Floyd.
- Renée Nicole Good morreu por disparos de um agente do ICE durante uma operação de imigração, em 7 de janeiro.
- Alex Pretti foi morto por agentes federais, em um episódio ligado aos memoriais que cercam Floyd e outras vítimas.
- As fotos mostram flores, cartazes e uma lista com nomes de vítimas da brutalidade policial em Minneapolis perto do altar dedicado a Pretti.
Minneapolis vê três memoriais públicos contra a brutalidade policial, conectados por uma thread comum: vítimas cujos nomes foram lembrados em locais onde ocorreram fatalidades associadas a ações de autoridades. Novembro recente registra as visitas a esses memoriais na cidade.
O memorial dedicado a Alex Pretti e o feito para Renée Nicole Good reúnem flores, mensagens e itens religiosos em áreas próximas aos acontecimentos que culminaram em mortes ligadas a agentes federais e de imigração. As instalações seguem montadas para manter a lembrança das vítimas.
No coração da narrativa, o memorial a George Floyd permanece ativo quase seis anos após o ocorrido, marcado na interseção da 38th Street com a Chicago Avenue, ponto onde Floyd perdeu a vida. O conjunto memorialístico reúne também listas de nomes e relatos visuais das ações que intensificaram o debate sobre brutalidade policial.
A iniciativa busca manter o debate público sobre responsabilidade institucional, refletindo sobre ações de autoridades federais e locais. As marcas dos memoriais estão distribuídas pela cidade, acompanhadas de mensagens de sobreviventes, familiares e defensores dos direitos civis.
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