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Maduro é indiciado por narcoterrorismo, segundo procuradora-geral dos EUA

Maduro é indiciado nos EUA por narcoterrorismo e conspirações; captura e ataques aéreos elevam a tensão, com coletiva em Mar-a-Lago

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
A captura de Maduro marca uma intervenção sem precedentes e uma queda impressionante para o líder venezuelano que se tornou presidente em 2013.
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  • O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi indiciado nos Estados Unidos por narcoterrorismo, conspiração para tráfico de drogas e posse de armas, conforme a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, informou no X; coletiva marcada para as 11h (horário de Nova York) em Mar-a-Lago.
  • Maduro e a esposa, Cilia Flores, teriam sido capturados e levados para fora do país após ataques aéreos coordenados, em uma operação descrita pelo governo americano como de grande escala.
  • O anúncio foi feito por Donald Trump, que ressaltou a evolução da operação e a realização da coletiva em Mar-a-Lago; o presidente dos EUA mencionou feridos na operação, sem mortes entre as forças americanas.
  • Reações internacionais oscilaram entre condenações — incluindo Rússia e Gustavo Petro, da Colômbia — e celebração de aliados de Trump, como o argentino Javier Milei.
  • O contexto aponta para uma janela de instabilidade na Venezuela, com o governo de Maduro sob críticas por autoritarismo e a região observando desdobramentos diplomáticos e energéticos.

Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, foi formalmente indiciado nos Estados Unidos por narcoterrorismo, conspiração para tráfico de drogas e posse de armas. A acusação foi anunciada após Maduro ter sido capturado no país e removido de avião para fora da Venezuela, em meio a ataques aéreos coordenados que marcaram a escalada recente da atuação dos EUA.

Segundo a procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores, são alvo de acusações que envolvem conspiração de narcoterrorismo, conspiração de importação de cocaína, posse de metralhadoras e dispositivos destrutivos contra os EUA. A divulgação ocorreu na rede social X.

O anúncio foi feito pouco antes de uma entrevista coletiva marcada para as 11h (horário de Nova York) no Mar-a-Lago, na Flórida. Trump afirmou que Maduro estava a caminho de Nova York, e que a operação havia sido planejada há dias, mas atrasada por more tempo.

A avaliação oficial aponta que houve ataques aéreos na Venezuela e que, durante a operação, houve relatos de feridos entre as forças venezuelanas, sem mortes entre militares dos EUA. A ação é descrita como uma intervenção sem precedentes contra o líder venezuelano, que assumiu o poder em 2013.

Reações internacionais oscilaram entre condenações e apoio parcial. O governo russo criticou a agressão armada, enquanto aliados de Trump destacaram o uso da operação para reverter o que veem como influência venezuelana no petróleo e na região. O caso também gerou pedidos de debate no Conselho de Segurança da ONU.

Na Venezuela, moradores relataram explosões próximas à base militar de Fuerte Tiuna, em Caracas, com relatos de danos a alvos militares e civis em três estados. O governo venezuelano afirmou que houve ataques a infraestrutura e reivindicou resistência a suposta apropriação de recursos petrolíferos.

Antes do ataque, Maduro vinha mantendo tensão com os Estados Unidos por meio de políticas associadas ao controle de recursos petroleiros e à repressão a dissidência. O presidente venezuelano foi alvo de pressões internacionais ao longo dos governos de diferentes administrações americanas.

A operação ocorre no contexto de uma crise política venezuelana de longa data, com oposição dividida e partidarização intensa. A liderança de María Corina Machado e o exilado Edmundo González aparecem como referências para o cenário oposicionista, enquanto o país enfrenta desafios econômicos e sociais.

Contexto diplomático e econômico

As autoridades venezuelanas contaram com apoio de alguns aliados regionais, enquanto outros chamaram a atenção para a necessidade de moderação. A Venezuela mantém participação relevante no setor petrolífero, embora sujeita a sanções internacionais, com a Chevron ainda presente sob licenças específicas.

A repressão a dissidência e as críticas a irregularidades eleitorais marcaram o governo de Maduro nos últimos anos. A comunidade internacional acompanha o desdobramento com foco na manutenção da estabilidade regional e no futuro político do país.

Fontes: Bloomber, com contribuição de Alex Longley.

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