- O conflito entre Los Chapitos e Los Mayos resultou em detenções e assassinatos de alto impacto, atingindo o bando de El Chapo, com o exato golpe mais recente na Cidade do México, onde foi morto El Panu, chefe de sicários.
- Os golpes ocorreram não apenas em Sinaloa, mas também em Jalisco e na capital, alimentando a percepção de ataques mais contundentes contra Los Chapitos.
- O governo dos Estados Unidos acusa Los Chapitos de tráfico e produção de fentanilo; há recompensas milionárias e uma mudança na cooperação de segurança com o México, sugerindo foco sobre uma facção.
- Entre os nomes já atingidos nos últimos quinze meses estão El Nini, El 200, El Güerito, La Perris e El Panu; em dezembro, El Alquimista foi assassinado e Carlos Reynoso García foi detido, entre outros.
- Autoridades dizem precisar de mais informações oficiais para confirmar o impacto real entre as fações; analistas apontam mudança na dinâmica criminial, com queda temporal de domínio territorial, mas ainda com alta capacidade logística.
Dados recentes indicam que a violência ligada ao cartel de Sinaloa continua a deixar impactos significativos para o grupo conhecido como Los Chapitos, e para seus rivais internos dentro da facção Los Mayos. Operações de segurança recentes, detenções e assassinatos de alto perfil impactaram a capacidade de atuação do grupo.
As ações ocorreram em múltiplas frentes: ataques, prisões e apreensões não apenas em Sinaloa, mas também em Jalisco e na Cidade do México. Analistas apontam que o comércio de drogas sintéticas, especialmente fentanilo, figura entre os motivos que movem os ataques e as diligências das autoridades.
Relevância das ocorrências
Entre os nomes de referência ligados aos Chapitos que tiveram desfechos recentes estão o chefe de sicários conhecido como El Panu, assassinado no coração da capital do país, em uma região movimentada. Também houve a detenção de figuras-chave, como operadores de segurança e logística, em operações federais que avançaram em 2023 e 2024.
Detalhes de operações e capturas
No fim de 2023, Nestor Isidro Pérez Salas, conhecido como El Nini, foi capturado em Colinas de la Rivera após tentativa de fuga; passou por Nova York, mediante extradicação. Em fevereiro deste ano, Kevin Alonso Gil Acosta, o El 200, foi preso e entregue aos EUA. Ainda em fevereiro, José Ángel Canobbio Inzunza, o Güerito, foi detido durante operação em Sinaloa.
Sequência de assassinatos e desdobramentos
Em maio, Jorge Humberto Figueroa Benítez, conhecido como La Perris, foi morto durante operação militar em Navolato. Recentemente, Óscar Noé Medina González, o El Panu, foi executado em um restaurante na Zona Rosa, em CDMX. Dois dias depois, Carlos Gabriel Reynoso García, líder da operação em Mazatlán, foi preso, ligado ao tráfico e à violência.
Contexto e avaliações técnicas
Especialistas ouvidos pelo setor público sinalizam que ainda não há dados públicos que comprovem de forma definitiva a dominância de uma facção sobre a outra. A mudança de cooperação entre México e EUA e o uso de inteligência estrangeira podem, no entanto, sinalizar maior foco em determinados grupos. A imprensa enfatiza que as ações são proporcionais à percepção de letalidade de cada facção.
Perspectivas locais
Ao analisar o impacto, especialistas destacam que, apesar das detenções, o grupo mantém estruturas fortes, com logística, recursos humanos e fornecimento estáveis. O movimento de forças de segurança aponta para uma atuação contínua e contundente contra grupos vinculados ao tráfico de fentanilo e à violência associada.
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