- Oregon legalizou o uso supervisionado de psilocibina em 2020, e o programa começou em 2023 para atender depressão, PTSD e outros casos.
- Nos últimos anos houve fechamento de centros, incluindo o Journey Service Center, encerrando atividades em março; foi o primeiro de uma onda de encerrar operações.
- O número de centros licenciados caiu quase um terço, para 24, e o total de facilitadores licenciados passou a 374.
- Nesta semana, o maior centro de Portland dedicado a “viagens com cogumelo” (11.000 metros quadrados, com vista para o Mt. Hood) também fechou.
- A atrição no setor é atribuída à dificuldade de obter lucro, levando muitos a não renovarem as licenças.
O estado de Oregon legalizou o uso supervisionado de psilocibina em 2020, com surgimento de centros e centros de treinamento. Em 2023, o programa entrou em funcionamento, ampliando o debate sobre tratamentos para depressão e PTSD.
Nos últimos anos, muitos centros apresentaram dificuldades financeiras. O total de centros licenciados caiu para 24, uma queda de quase um terço desde 2023, e o número de facilitadores licenciados ficou em 374.
Nesta semana, o maior centro de Portland encerrou as atividades. A Journey Service Center, localizada em uma clínica de bairro, oferecia sessões supervisionadas para adultos 21+. A empresa informou dificuldades de manter o fluxo de caixa.
Contexto e impactos
Jenna Kluwe, ex-terapeuta, gerenciava a Journey e contou resultados positivos observados em pacientes com doenças terminais. A instituição funcionava em uma clínica convertida no leste de Portland.
Gary Bracelin, proprietário do Drop Thesis Psilocybin Service Center, aponta que a evasão de licenças ocorre porque manter operações não é financeiramente viável. A tendência é de redução de serviços no estado.
O panorama nacional acompanha Oregon, com questionamentos sobre a viabilidade econômica de centros credenciados. Autoridades locais indicam necessidade de ajustes regulatórios e de financiamento para sustentar o programa.
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