- Manifestantes protestam durante a WWDC para pedir que a Apple remova apps de nudez sexual de iPhone App Store e elimine material de abuso infantil já conhecido em iCloud.
- o grupo UltraViolet e a Heat Initiative organizam o protesto e criticam a prática de facilitar abuso infantil via tecnologia.
- Um cartaz externo à área de visitantes da Apple em Cupertino questiona o futuro do novo CEO, John Ternus, sobre as ações a serem tomadas.
- A mobilização ocorre após a Apple ter abortado planos de varrer fotos no iCloud por preocupações com privacidade.
- A Apple não respondeu de imediato a pedidos de comentário sobre o assunto.
Os protestos ocorreram durante a conferência anual de desenvolvedores da Apple, a WWDC, nesta quinta-feira em Cupertino. Manifestantes pedem a remoção de apps de nudez da App Store e a exclusão de material de abuso sexual infantil já conhecido do iCloud. Eles atuam próximo ao centro de visitantes da sede da empresa.
As ações são organizadas pela UltraViolet, grupo de defesa das mulheres, e pela Heat Initiative, que pressiona grandes empresas de tecnologia a responsabilizarem-se por abuso infantil online. Os manifestantes exibem faixas pedindo mudanças e questionando o novo CEO John Ternus sobre medidas concretas.
O movimento demanda ainda maior rigor na repressão a conteúdos impróprios e a cooperação da Apple com autoridades para remover material criminoso. A Apple não respondeu imediatamente a pedidos de comentário feitos pela imprensa.
Contexto e histórico
A mobilização ocorre em meio a debates sobre privacidade e segurança digital. Em 2022, a Apple interrompeu planos de varrer fotos do iCloud em busca de material de abuso infantil, citando preocupações com privacidade. A empresa não confirmou novas ações até o momento.
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