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O Reino Unido está deixando de amar as redes sociais?

Ofcom aponta queda na atividade em redes britânicas: 49% dos adultos postam, comentam ou compartilham, diante de 61% em 2024, com consumo mais passivo e preocupação com saúde

The rise of passive social media consumption, unease over the unearthing of ill-conceived historical posts and poor mental health are some reasons behind the drop.
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  • A adesão ativa em redes sociais caiu entre adultos no Reino Unido: 49% ainda postam, compartilham ou comentam, ante 61% em 2024, segundo a Ofcom.
  • A mudança se deve ao consumo passivo, ao aumento de vídeos curtos e ao incentivo de plataformas como TikTok e Instagram Reels.
  • O receio de que posts antigos apareçam novamente também influencia a menor participação online, com 49% dos adultos preocupados com efeitos futuros de o que é dito online.
  • Casos de controvérsias públicas envolvendo figuras públicas continuam a gerar polêmica, incluindo exemplos de tweets históricos que afetaram carreiras.
  • Mesmo com a queda na participação ativa, o tempo total online não caiu; houve crescimento no uso de inteligência artificial, especialmente entre jovens, com mais da metade dos adultos britânicos usando ferramentas de IA.

O Reino Unido registra queda na atividade de usuários em redes sociais, segundo estudo recente da Ofcom. A taxa de adultos que postam, compartilham ou comentam caiu para 49%, ante 61% em 2024, sinalizando mudança no engajamento com as plataformas.

A mudança se deve ao crescimento do consumo passivo de conteúdo e ao receio de que publicações antigas possam ressurgir. Além disso, preocupações com saúde mental e tempo excessivo de tela são citadas como fatores que levam à cautela na hora de postar.

A popularização de vídeos curtos e formatos como TikTok e Reels favorece o consumo passivo, dificultando que usuários participem ativamente das redes. Analistas destacam que o panorama atual difere do modo de interação observado em redes mais antigas.

Mudança no comportamento nas plataformas

Ofcom aponta que o uso se torna menos centrado em amigos e familiares e mais em conteúdos de entretenimento viral, com menos espaço para discussões públicas. A pesquisa envolve 7.500 pessoas no Reino Unido.

Especialistas ressaltam que a evolução das plataformas favorece a criação de conteúdo por criadores e influenciadores, enquanto a participação de usuários comuns se reduz. Estudo detalha ainda que a audiência busca menos exposição pública.

Em paralelo, 9 em cada 10 usuários da internet continuam conectados a pelo menos uma rede social. A agência destaca que o tempo total online permanece elevado, com hábitos mudando mais pelo formato do conteúdo do que pela redução do uso.

Perspectivas e impactos

O debate sobre impactos na saúde mental segue em pauta, com autoridades avaliando medidas para menores de idade em estudos piloto e consultas públicas. Pesquisadores ressaltam a necessidade de mais evidências globais.

A Ofcom também aponta que a adoção de IA cresce entre adultos, especialmente entre jovens, o que indica mudança de hábitos digitais sem reduzir o tempo online total. O cenário revela busca por uso mais consciente das tecnologias.

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