- Kyle Sandilands processa a Kiis FM, dizendo que a rescisão foi inválida e buscando receber os pagamentos restantes de cerca de 85 milhões de dólares que ele receberia até 2034.
- A CBC (licenciante) apresentou uma contra-ação de suposto sobrepagamento, estimando que Sandilands deveria devolver parte do contrato de 100 milhões de dólares.
- O objetivo do apresentador é voltar ao ar o mais rápido possível; ele afirmou estar pronto para voltar a apresentar na segunda-feira, se possível.
- O advogado de Sandilands pediu celeridade e disse que o caso não é para virar uma “comissão real” sobre a carreira dele; a defesa da CBC afirmou que a chance de retorno ao ar é praticamente nula.
- A Justiça marcou prazos: Sandilands deve apresentar a ação até 7 de abril; a CBC, defesa e cross-claim até 24 de abril; audiência preliminar entre 22 e 26 de junho.
Kyle Sandilands move para reverter sua demissão de Kiis FM não configura uma “comissão real” sobre a carreira do apresentador, dizem os advogados dele em audiência na justiça federal australiana. Sandilands acusa a CBC, detentora da licença, de rescindir seu contrato por quebra grave, após a saída do programa matinal que comanda ao lado de Jackie O. O objetivo é retomar o programa o quanto antes.
O caso tramita na Justiça Federal, com Sandilands buscando acelerar o processo. A defesa sustenta que houve rescisão indevida e que ele teria direito a receber os pagamentos previstos no contrato de televisão e de propriedade intelectual, caso o acordo fosse mantido até o fim, em 2034. O valor estimado envolve aproximadamente 85 milhões de dólares a serem recebidos caso a demanda prosperasse.
A defesa de Sandilands pediu rapidez na tramitação. O objetivo principal é que ele volte a apresentar o programa o mais rápido possível, mantendo o público informado sobre o andamento da disputa. O advogado de Sandilands indicou disposição para retornar à bancada na próxima segunda-feira, se houver decisão favorável, ou manter a preparação do retorno à frente dos ouvintes.
A CBC rebate que a volta do apresentador ao ar é improvável. Rule de defesa afirma que não é viável obrigar a emissora a reintegrar Sandilands e que não cabe exigir o retorno imediato a uma função de alta exposição. Os advogados destacam que a matéria envolve questões complexas de conduta e que dependerá de avaliação de um júri sobre fatos passados e atuais.
O tribunal ajustou prazos processuais: Sandilands deve apresentar a ação formal até 7 de abril, a CBC apresentar defesa e eventual contraminção até 24 de abril, e houve fixação de data provisória de audiência entre 22 e 26 de junho. O acordo entre CBC e a empresa de Sandilands, Quasar, prevê pagamentos anuais, incluindo três componentes de remuneração e benefícios.
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