- Jonathan Horn venceu o prêmio de melhor reportagem esportiva de 2026 pelo conjunto de matérias Mourning Three Beloved Footballers.
- Chris Hopkins levou o prêmio de melhor fotografia de reportagem pelas imagens de Kathy’s Last Wish, que mostra uma mulher com câncer metastático cuidando do filho.
- Guardian Australia teve oito indicações em várias categorias no 31º Prémio Quill, premiados em Melbourne na noite de sexta-feira.
- Ellen Smith recebeu menção honrosa na categoria de recursos fotográficos pelo retrato de Neil Bidu, homem Martu, em Parnpajinya, Western Australia.
- Nino Bucci e Blake Sharp-Wiggins tiveram menção honrosa na categoria de cobertura de assuntos indígenas pela reportagem The killing of Kumanjayi Walker.
Guardian Australia foi destaque no Melbourne Press Club, com dois profissionais vencendo prêmios do conjunto de Quill Awards na edição de 2026. Jonathan Horn levou o prêmio de melhor reportagem esportiva por uma série sobre o AFL, e Chris Hopkins ganhou o de melhores fotografias de características pelo retrato de uma consentânea com câncer.
A premiação ocorreu em Melbourne na noite de sexta-feira, durante a 31ª edição dos Quill Awards. A Guardian Australia recebeu oito indicações em diversas categorias, consolidando a presença do veículo entre os destaques do jornalismo australiano.
Prêmios principais
Jonathan Horn foi premiado pela série Mourning Three Beloved Footballers, que aborda mortes de famílias ligadas ao AFL e a relação entre vida, mortalidade e o esporte. A série foi elogiada pela profundidade do tema.
Chris Hopkins ganhou com imagens da série Kathy’s Last Wish, que mostra uma mulher com câncer metastático cuidando do filho adulto. A curadoria dos fotógrafos foi destacada pela sensibilidade e pela capacidade de transmitir intimidade.
Menções especiais e outras indicações
Ellen Smith, assistente de foto-editora da Guardian Australia, recebeu menção honrosa na categoria fotografia de features, por retratar o homem indígena Neil Bidu em Parnpajinya, WA. Nino Bucci e Blake Sharp-Wiggins receberam menção na cobertura de justiça indígena, com a história sobre a morte de Kumanjayi Walker.
Robyn Riley, do Herald Sun, ganhou o Gold Quill e o prêmio de melhor reportagem jornalística pela divulgação de um erro de IVF que resultou no nascimento de um bebê de outra mulher. Adele Ferguson, da ABC, foi eleita 50ª jornalista do ano Graham Perkin.
Neste ciclo, Ben Smee foi indicado na categoria de investigações sobre violência doméstica com a série Broken Trust, que expõe falhas no tratamento de casos e na atuação policial. Heather Ewart recebeu o prêmio de carreira pela soma de atuação jornalística política e de correspondência internacional.
Petra Stock, da Guardian Australia, foi indicada na área de ciência e saúde por reportar sobre estudo de violência doméstica ligado a ratos. Ranjana Srivastava foi indicada pela coluna de opinião sobre cuidados paliativos. Selina Zhang foi reconhecida como jovem jornalista do ano.
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