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Metade dos britânicos evita ligar para o médico quando estão doentes

Metade dos britânicos evita ligar para o médico de família quando adoecem, sinalizando risco à saúde pela dificuldade de obter atendimento imediato

The findings underline the widespread pessimism about the state of the NHS.
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  • Quase metade da população no Reino Unido não pediu ajuda ao médico de família quando ficou doente no último ano, principalmente por achar difícil conseguir uma consulta.
  • Em torno de 27% optaram por se tratar sozinhos ou esperar os sintomas passarem.
  • A sondagem reforça a preocupação pública com o acesso rápido a serviços do NHS, como GP, atendimento de emergência e ambulâncias.
  • A pesquisa Ipsos, para a Health Foundation, indica pessimismo sobre o estado do NHS: apenas 32% consideram o serviço bom a nível nacional e 42% avaliam que a qualidade piorou no último ano.
  • O governo apresentou um novo contrato com os médicos de família, priorizando atendimento no mesmo dia para casos urgentes e aumentando em 300 milhões de libras o financiamento para contratar mais 1.600 médicos.

A pesquisa realizada pela Ipsos para a Health Foundation revela que quase metade da população britânica atrasou ou não buscou atendimento com o médico de família no último ano. O principal motivo é a percepção de dificuldades para conseguir uma consulta.

Ao todo, 48% dos entrevistados não contataram o GP para pedir ajuda, seja no início ou em qualquer momento da doença. Outras 27% optaram por se autocuidar ou esperar a melhoria自然. O estudo aponta preocupações sobre acesso rápido a serviços do NHS.

A sondagem também mostra pessimismo sobre o estado da NHS. Apenas 32% acreditam que o serviço funciona bem no país, e 42% avaliam que a qualidade piorou no último ano. 47% temem novos declínios no próximo ano.

Professora Victoria Tzortziou Brown, presidente do Royal College of GPs, alerta sobre o “front door” da saúde. A queda na busca por atendimento pode ter impacto negativo, segundo a especialista.

Separadamente, uma outra pesquisa, realizada pela Savanta para o Liberal Democrats, aponta que um terço dos britânicos evitou ir ao A&E nos últimos dois anos, por conta de esperas longas.

Mudanças no contrato de GP

O secretário de Saúde da Inglaterra, Wes Streeting, anunciou o novo contrato de GP para 2025-26. O texto exige atendimento no mesmo dia para casos urgentes e destina £300 milhões para contratar 1.600 médicos adicionais.

Representantes da BMA criticam a medida por elevar expectativas sem garantias de recursos para encaminhamentos especializados. A associação questiona a viabilidade de manter consultas ao vivo sem ampliar estrutura das unidades.

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