- Willie Colón morreu na manhã de sábado aos 75 anos; a causa da morte não foi divulgada.
- Nascido em 28 de abril de 1950 no Bronx, nos Estados Unidos, ele tinha origem porto-riquenha e aprendeu espanhol com a avó.
- Iniciou a carreira ainda jovem, lançando o primeiro álbum, El Malo, em 1967, ao lado de Héctor Lavoe.
- A parceria com Rubén Blades rendeu o álbum Siembra, de 1978, considerado o mais vendido da salsa de todos os tempos.
- Ao longo de mais de seis décadas, lançou mais de quarenta álbuns, conquistando nove discos de ouro, cinco de platina e oito indicações ao Grammy.
Willie Colón, ícone da salsa, faleceu na manhã de sábado aos 75 anos, conforme confirmação da família. A causa não foi divulgada. A morte foi anunciada pela família em mensagem publicada na página oficial do artista.
Nascido William Anthony Colón Román, no Bronx, em 28 de abril de 1950, ele manteve raiz porto-riquenha e aprendeu espanhol com a avó Antonia. Iniciou a carreira ainda adolescente, lançando El Malo aos 16 anos, em 1967, com Héctor Lavoe.
A parceria com Lavoe trouxe inovação na instrumentação e na estrutura das canções, abrindo caminho para o estilo que viria a ser conhecido como salsa. Em 1969 surgiu Che Ché Colé, sucesso compartilhado com Lavoe.
Em 1976 Colón explorou novos formatos ao produzir o ballet El Baquiné de Los Angelitos Negros, apresentando seu estilo de salsa sinfônica. A colaboração com Rubén Blades ganhou projeção a partir de Metiendo Mano! (1977) e atingiu o pico com Siembra (1978).
Siembra ficou no topo de listas e tornou-se o álbum de salsa mais vendido de todos os tempos por décadas. Ao longo da carreira, Colón criou mais de 40 álbuns, conquistando nove discos de ouro e cinco de platina, com venda superior a oito milhões de cópias.
Além de música, ele atuou em cinema e TV, mantendo forte atuação sociopolítica em defesa das comunidades que representou. O legado inclui parcerias com Lavoe, Blades e Celia Cruz, marcando geração e estilo na história da música latino-americana.
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