- Em outubro de 2025, ladrões do Louvre danificaram uma coroa centenária ao tentar retirá-la por um buraco estreito no recipiente de vidro; a peça foi recuperada no mesmo dia após cair na calçada.
- Os criminosos fugiram pelo segundo andar e levaram oito joias; até o momento, nenhuma delas foi encontrada.
- A coroa pertenceu à Imperatriz Consorte Eugênia, esposa de Napoleão III, e foi criada para a Expo 1855 em Paris; ela reinou entre 1853 e 1870.
- A maior parte da ornamentação está inteira; uma águia e dez diamantes sumiram, e a restauração deverá, principalmente, remontar a peça.
- O Louvre formou um comitê científico com especialistas de museus franceses e de joalherias históricas para supervisionar a restauração, com custo estimado em US$ 47.000 (aproximadamente R$ 244,4 mil).
Durante o roubo ao Museu do Louvre, em outubro de 2025, criminosos danificaram uma coroa centenária ao tentar removê-la por um buraco estreito em seu gabinete de vidro. A coroa caiu na calçada durante a fuga e foi recolhida no mesmo dia. A peça havia sido alvo de uma quadrilha que fugiu pelo segundo andar.
A coroa, com mais de 200 anos, já pertenceu à Imperatriz Consorte Eugênia, esposa de Napoleão III, e foi criada para a Expo 1855 em Paris. Ela reúne oito águias de ouro, 57 esmeraldas e 1.354 diamantes. Duas peças sumiram: uma águia e dez diamantes; acredita-se que estejam entre as peças roubadas.
Detalhes da restauração e orçamento
A maior parte da ornamentação permanece intacta, mas a restauração envolve remontagem de componentes que se soltaram. O valor estimado para o trabalho é de cerca de US$ 47 mil (aproximadamente R$ 244 mil). O Louvre formou um comitê científico para supervisionar o processo.
Equipe técnica e parcerias
A equipe de restauração reúne profissionais do Louvre, de museus franceses como o Musée d’Orsay e o Museu Nacional de História Natural. Além disso, participam representantes de cinco joalherias históricas: Mellerio, Chaumet, Cartier, Boucheron e Van Cleef & Arpels.
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