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Carla Vilhena: condenação mantida após saída da Globo e suspeita com contrato PJ

Condenação mantida pelo Carf envolve Carla Vilhena por omissão de rendimentos em IRPF; investigação aponta uso de PJ para dissimular relação com a Globo

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Por Revisado por: Luiz Cesar Pimentel
Contrato PJ da Globo com famosa jornalista, hoje fora da emissora, levanta suspeita de estratégia para dissimular relação de emprego, alega órgão do MP - na foto ilustrativa, jornalista participa de evento ao lado das dras. Fernanda Tofoli
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  • Carla Vilhena, hoje com 58 anos e afastada da TV, teve a condenação mantida pelo Carf por supostos rendimentos omitidos de 2016 a 2017 relacionados ao trabalho na Globo via sua empresa CV Video.
  • A investigação aponta um contrato de Pessoa Jurídica entre a Globo e CV Video, com a suspeita de estratégia para dissimular relação de emprego e favorecer cobrança de Imposto de Renda.
  • A defesa sustenta que a CV Video foi contratada pela Globo e que não houve irregularidade no acordo entre as partes.
  • Na votação, duas conselheiras e o presidente votaram pela cobrança, enquanto dois conselheiros argumentaram pelo fim da cobrança; o empate resultou no voto de qualidade a favor da cobrança.
  • Carla Vilhena iniciou na televisão na rede educativa do Rio, passou por Manchete e Band, atuou na Globo em vários telejornais, e seguiu carreira em outras emissoras após deixar a Globo.

O caso envolve a Globo, uma jornalista e uma empresa de Carla Vilhena. A controvérsia gira em torno de um contrato de Pessoa Jurídica entre a Globo e CV Vídeo, empresa de Carla Vilhena, hoje afastada da TV aos 58 anos. A discussão é sobre a natureza do vínculo e a tributação incidente sobre os rendimentos via PJ.

A Globo sustenta que houve relação de emprego dissimulada por meio do contrato com CV Vídeo. O objetivo alegado seria evitar a cobrança de Imposto de Renda de Pessoa Física sobre os pagamentos recebidos pela jornalista por meio de sua empresa. A defesa afirma que houve contratação regular pela Globo.

Carla Vilhena foi condenada pelo Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) por omissão de rendimentos de 2016 a 2017 no Imposto de Renda, relativos aos serviços prestados à Globo. A decisão manteve a cobrança adicional.

Segundo o relatório, a avaliação apontou que o contrato entre Globo e CV Vídeo se enquadraria na prática contestada pela fiscalização. A defesa da jornalista questiona irregularidade no que diz respeito aos termos contratuais.

A decisão no CARF teve empate entre conselheiros, com o voto de qualidade favorecendo a cobrança. Dois conselheiros votaram pela extinção da cobrança, mas o entendimento dominante manteve a medida. O caso segue sob análise técnica.

Carla Vilhena teve passagem pela TV Educativa do Rio, Manchete, Band, Globo, CNN Brasil e SBT. Na Globo, atuou em equipes de SPTV, Jornal Nacional e Jornal Hoje. Hoje, a profissional não está em contrato ativo com a emissora.

Este desdobramento ocorre em meio às mudanças recentes na carreira da jornalista, que também já enfrentou críticas e desdobramentos de sua atuação em diferentes veículos. O caso envolve questões tributárias e a forma de vínculo entre pessoa física e empresa.

A reportagem não inclui avaliações subjetivas. O foco é esclarecer o que ocorreu, quem está envolvido, quando, onde e por quê, com base nas informações disponíveis. As informações são apuradas para apresentar um panorama factual do caso.

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