- Um vídeo mostra uma versão protótipo de Spyro the Dragon rodando no Nintendo 64, criada por Frogbull, com texturas ausentes e bugs, não sendo uma reprodução perfeita.
- Outro vídeo apresenta um build em progresso de Super Mario 64 no PlayStation 1, de modder chamado Malucard, também com falhas e ainda não pronto para jogabilidade.
- Os conteúdos apontam para cenários alternativos de multiplataforma, onde jogos originalmente exclusivos ganham versões em outras plataformas.
- A divulgação acompanha a tendência recente de cross-plataformas na indústria, com grandes franquias indo para diferentes sistemas ao longo dos anos.
- As fontes envolvidas são Frogbull e Video Game Esoterica, que publicaram os vídeos sobre os protótipos ainda em desenvolvimento.
Frogbull, conhecido por adaptar jogos entre plataformas, publicou um vídeo mostrando Spyro the Dragon rodando em um Nintendo 64, com um protótipo em estado inicial e várias texturas ausentes, além de animações ainda não conectadas a ações. No mesmo material, aparece um build em progresso de Super Mario 64 rodando no PS1, que também apresenta falhas e quedas frequentes de desempenho. As imagens despertam curiosidade sobre uma linha do tempo alternativa dos anos 90, quando exclusividades moldavam as plataformas.
O vídeo de Spyro foi divulgado no canal do YouTuber, cuja trajetória inclui adaptar Grand Theft Auto Vice City para Dreamcast e Metal Gear Solid para Saturn. As imagens mostram um estágio embrionário do jogo original da Insomniac, sem acabamento técnico, e não representam uma versão pronta para o público. Já o suposto port de Mario 64 para PS1, apresentado pelo usuário Malucard no Video Game Esoterica, também está em desenvolvimento e apresenta crashes e limitações técnicas.
Avanços de cross-plataformas
A notícia coincide com discussões atuais sobre portas entre consoles. Mesmo com exclusividades históricas, grandes produtoras vêm adotando estratégias de portabilidade e lançamento cruzado de títulos, como casos recentes de PC e consoles. A indústria destaca que projetos não oficiais refletem experimentos de engenharia e interesse de comunidades de fãs, mas não indicam produtos comerciais.
Apesar de o conteúdo ser considerado de natureza conceitual, ele reforça o interesse em cenários alternativos da era 3D. A curiosidade permanece entre fãs de ambas as plataformas e entre observadores que acompanham movimentos de portabilidade de grandes franquias. A veracidade de protótipos não comerciais depende de fontes técnicas e confirmações oficiais.
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