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FIA confirma mudanças no motor da F1 e antecipa novidades

FIA aprova mudanças na F1: divisão de potência com o motor de combustão interna chegando a 60% até 2028, maior fluxo de combustível e pré-temporada de quatro dias

Largada do GP de Barcelona-Catalunha de F1 — Foto: Nacho Doce/Reuters
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  • A FIA confirmou a aprovação pelo Conselho Mundial do Esporte a Motor das mudanças na divisão de potência das unidades de potência da Fórmula 1, com aplicação gradual até 2028.
  • O objetivo é elevar gradualmente a participação do motor de combustão interna na potência total, chegando a sessenta por cento até 2028.
  • Atualmente a divisão era de cinquenta e três por cento para o ICE e quarenta e sete por cento para o componente elétrico, mas passará por ajustes gradativos até 2028.
  • O fluxo de combustível permitido aumentará a partir de 2027: cinco por cento, e em 2028 será de treze por cento.
  • A pré-temporada do próximo ano passará a ter quatro dias, em vez dos três habituais.

A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) confirmou nesta terça-feira (23) que a divisão de potência dos motores da Fórmula 1 será ajustada de forma gradual até 2028. A mudança foi aprovada pelo Conselho Mundial do Esporte a Motor (WMSC) em reunião realizada em Macau.

A alteração altera o equilíbrio entre o motor de combustão interna (ICE) e o componente elétrico, aumentando a participação do ICE ao longo dos anos. O plano prevê que, até 2028, o ICE represente 60% da potência total do carro.

A decisão atende a reclamações de pilotos sobre a gestão de bateria. A FIA já havia anunciado a mudança, que passa a vigorar de forma gradual a partir da próxima temporada. O objetivo é alinhar desempenho e condução com as novas regras.

Novas regras e datas

A FIA também confirmou novidades nos regulamentos técnico, financeiro e esportivo da categoria. Além da transição de potência, a pré-temporada passa a ter quatro dias em 2027, quatro em 2028 e seguintes, em vez dos três atuais.

A partir de 2027, o fluxo de combustível permitido sobe para 5% e, em 2028, salta para 13%. Em termos práticos, os motores a combustão poderão receber mais combustível à medida que a potência aumenta.

A medida foi alvo de negociações entre fornecedoras e equipes, com divergências que influenciaram a data inicial do cronograma. A decisão final foi anunciada após o inquérito do WMSC, em Macau, que ratificou o plano apresentado pela FIA.

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