- Wimbledon 2026 marca o retorno das irmãs Serena e Venus Williams ao torneio, fortalecendo uma das histórias mais emblemáticas do esporte.
- As duas formam dupla de sucesso, com 14 títulos de Grand Slam em duplas femininas e histórico de jamais terem perdido uma final de Major quando competiram juntas.
- Serena volta à chave de simples em Wimbledon, acrescentando significado especial ao torneio para ela e sua carreira.
- O retorno também destaca o engajamento fora das quadras: Serena trabalha com educação, juventude e crianças; Venus atua em defesa de direitos das meninas e igualdade de gênero no esporte.
- O projeto social conjunto das irmãs inclui um centro comunitário em Compton e programas de tênis gratuito com a parceria da American Tennis Association (USTA).
O Wimbledon 2026 marca o retorno das irmãs Serena e Venus Williams ao torneio, em um momento de enorme significado para o tênis e para o público brasileiro. O evento ocorre na Inglaterra, com a dupla disputando as duplas e Serena também retornando à chave de simples.
A parceria das irmãs acumula 14 títulos de Grand Slam em duplas femininas. Elas jamais perderam uma final de Major quando jogaram juntas, consolidando-se como uma das duplas mais dominantes da história.
Serena também voltará a competir em simples, ampliando o peso do retorno. O retorno em Wimbledon reforça a importância do torneio para a carreira da brasileira que ajudou a moldar estágios decisivos de sua trajetória.
Serena tem histórico de relevância social e educacional. Ela ajudou a criar escolas públicas na África e na Jamaica, apoiando jovens e famílias atingidas por violência. Também atua como embaixadora da UNICEF, promovendo educação infantil.
Venus é reconhecida pela defesa de direitos das mulheres no esporte. Ela trabalha com organizações que combatem a pobreza e promovem a igualdade de gênero, especialmente em regiões carentes da África.
Juntas, as irmãs criaram um centro comunitário em Compton, em homenagem à irmã Yetunde Price. Também lançaram programas de tênis gratuito e mentoria em parceria com a USTA para impactar jovens nos próximos anos.
O retorno também destaca aspectos físicos e de resistência. As irmãs já enfrentaram adversidades, como a embolia pulmonar de Serena em 2018, e a Síndrome de Sjögren de Venus, que causa fadiga e dor.
Críticas sobre convites a atletas veteranas aparecem, mas a importância do retorno vai além da competição. As Williams são citadas por seu papel histórico dentro das quadras e por seu impacto social fora delas.
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