- Brasil x França, em 21 de junho de 1986, quartas de final, ganhou o status de “jogo do século” segundo Pelé.
- No tempo regular, Careca abriu o marcador aos 17 minutos e Platini empatou aos 40 minutos.
- No segundo tempo, Zico entrou em campo; houve pênalti defendido por Joël Bats após cobrança do brasileiro.
- A decisão foi para prorrogação e, depois, nos pênaltis, a França ficou com a vaga.
- Próximos jogos: Brasil enfrenta a Escócia na quarta-feira, às 19h; França joga contra o Iraque na segunda, às 18h.
O Brasil enfrentou a França em 21 de junho de 1986, no estádio Jalisco, em Guadalajara. A partida, válida pelas quartas de final da Copa do Mundo, ficou marcada por um ataque veloz, repertório técnico e momentos de tensão que se estenderam além do apito final.
O duelo teve 90 minutos disputados com calor acima de 35 graus e bolas que ganhavam velocidade pela altitude. O Brasil abriu o placar aos 17 minutos com Careca, em jogada de Müller e Júnior, mas a França igualou aos 40 minutos com Platini, em lance que envolveu Rocheteau, Stopyra e o camisa 10 francês.
No segundo tempo, o ritmo permaneceu intenso. Tigana quase marcou de fora da área e Careca acertou o travessão. Zico, retornando do jogo, cobrou um pênalti que Bats defendeu, minutos após entrar. A decisão foi para a prorrogação e, posteriormente, para os pênaltis, com a França vencendo a sequência.
A partida ficou conhecida como o jogo do século, conforme relatos de Pelé, que acompanhava a Copa. O ex-jogador chegou a dizer que aquele confronto parecia uma final antecipada e que o desempenho das duas seleções mudou a percepção de muitos fãs.
A França avançou e depois caiu diante da Alemanha Ocidental na semifinal, terminando em terceiro. Já o Brasil sofreu derrota que encerrou a trajetória da equipe naquelas Eliminatórias, ainda sob o comando de Telê Santana e com uma geração lembrada pela qualidade técnica.
Contexto histórico
A Copa de 1986 reuniu as escolas de futebol do Brasil e da França, com o Brasil defendendo uma postura ofensiva e a França mantendo o bloco criativo do Carré Magique, formado por Platini, Giresse, Tigana e Fernandez.
Desdobramentos e memória
Pelé afirmou que o jogo gerou um impacto emocional intenso, marcando uma parte da história da Copa. A narrativa envolve a expectativa de uma final antecipada que, para muitos, permaneceu na memória como referência de alto nível técnico.
Próximos jogos
A Seleção Brasileira enfrenta a Escócia nesta quarta-feira, às 19h (horário de Brasília). A França encara o Iraque na segunda, às 18h (horário de Brasília).
Entre na conversa da comunidade