- O Mundial de 2026 chega com transformação no futebol, com fundos de investimento, multinacionais e até Estados controlando redes de clubes por meio da multipropiedad (MCO).
- Defensores destacam investimento e desenvolvimento de talento; críticos alertam para perda de identidade, maior influência externa e menor participação de torcedores.
- O programa é produzido pela ARTE e distribuído em 10 idiomas, via o projeto BEAM, com participação de várias mídias europeias.
- A União Europeia financia o projeto por meio do European Media Hubs, sob a liderança da Direção-Geral de Redes de Comunicação, Conteúdo e Tecnologia (DG Connect).
O Mundial 2026 chega em meio a uma transformação no futebol, com fundos de investimento, multinacionais e até Estados assumindo o controle de redes de clubes por meio da multipropiedad (MCO). O fenômeno já é observado em diversos países, suscitando debates sobre identidade e influência sobre torcedores.
Defensores apontam benefícios como investimento, geração de talento e sustentabilidade econômica. Críticos, porém, alertam para redução da participação dos fãs e maior controle de interesses externos sobre decisões esportivas e marcas locais.
A produção é da ARTE e se distribui em 10 idiomas, graças ao projeto BEAM. Além do EL PAÍS, participam Balkan Insight, Sinopsis (Romênia), Gazeta Wyborcza (Polônia), Internazionale (Itália), Ir (Letônia), Kathimerini (Grécia), Le Soir (Bélgica) e Telex (Hungria).
Participantes e financiamento
As empresas e redes envolvidas recebem apoio financeiro da União Europeia por meio da iniciativa European Media Hubs, sob a Direção Geral de Redes de Comunicação, Conteúdo e Tecnologia (DG Connect). A ação integra as plataformas multimídia dos 27 países.
Entre na conversa da comunidade