- O técnico Carlo Ancelotti promoveu duas mudanças no time titular entre o empate com Marrocos e o jogo contra o Haiti, nesta sexta-feira, às 21h30, na Filadélfia.
- Saíram o zagueiro Ibáñez (em atuação improvisada) e o centroavante Igor Thiago; entraram Danilo na lateral direita e Matheus Cunha no ataque.
- Foi a primeira vez desde a Copa do Mundo de 1950 que a seleção realiza ao menos duas mudanças técnicas entre o primeiro e o segundo jogo da fase de grupos.
- Em 1950, as alterações foram motivadas por questões políticas e regionais, não apenas técnicas, segundo registro histórico citado na matéria.
O técnico Carlo Ancelotti promoveu duas mudanças no time titular da seleção brasileira entre a estreia contra Marrocos e o próximo duelo com o Haiti. A partida contra o Haiti acontece nesta sexta-feira (19), às 21h30, em Filadélfia.
Ibañez e Igor Thiago deixaram o time; Danilo entrou na lateral direita e Matheus Cunha ganhou vaga no ataque. As alterações buscaram equilíbrio ofensivo e recompor a defesa após o empate com Marrocos.
Contexto histórico
Desde a Copa de 1950, o Brasil não promovia ao menos duas mudanças técnicas entre os dois primeiros jogos da fase de grupos. Naquele Mundial em 1950, mudanças ocorreram por questões políticas, não apenas técnicas.
Em 1950, Flávio Costa trocou quatro jogadores para agradar paulistas, mas o resultado foi insatisfatório, com 2 a 2 diante da Suíça. O episódio ficou marcado pelos conflitos regionais naquele torneio.
Registros de Mundiais
Entre 1966 e 1978 houve mudanças por lesões ou ajustes táticos. Em 2022, mudanças ocorreram por lesões de Neymar e Militão, além de Fred substituindo Danilo na gestão de elenco.
O maior número de alterações entre estreias e segundas partidas aconteceu em 1930, no Uruguai, quando seis jogadores foram promovidos, em meio a um contexto diferente de classificação.
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