- O presidente da FIA, Mohammed ben Sulayem, disse que, se houver uma 12ª equipe na Fórmula 1, ela será chinesa, em declaração feita durante as 24 Horas de Le Mans.
- A fala ocorre em meio a rumores de que a BYD estuda entrada na categoria, enquanto a Cadillac atua na temporada atual apoiada pela General Motors.
- Ben Sulayem já defendeu a expansão do grid da F1; em 2023 abriu processo para aumentar o número de equipes, enfrentando resistência inicial.
- O projeto inicial de entrada tratava da equipe Andretti, que foi recusada; a adesão só ganhou andamento com a Cadillac.
- A Fórmula 1 permite até 24 carros, e o dirigente reforçou que, se houver nova equipe, ela deverá ser da China. A China não teve equipe asiática desde 2018.
O presidente da FIA, Mohammed ben Sulayem, afirmou durante as 24 Horas de Le Mans que, se houver uma 12ª equipe na Fórmula 1 no futuro próximo, essa equipe será chinesa. A declaração reforça o interesse da categoria pela expansão do grid para além das 10 equipes atuais.
Segundo o dirigente, a ideia não é simplesmente adicionar uma equipe, mas escolher a equipe certa para incorporar o campeonato. A China aparece como destino possível, caso haja continuidade do interesse apresentado pelo mercado local.
A FIA já sinalizou apoio à expansão da F1, que em 2023 abriu espaço para mais uma equipe. Na temporada atual, a Cadillac ingressou na disputa, com a Cadillac operando sob a tutela da General Motors, marco relevante para o processo de abertura de novas escuderias.
A manutenção do tema aponta que o regulamento atual permite até 24 carros. Ben Sulayem deixou claro que, se vier uma equipe, a probabilidade aponta para a China, mantendo o foco na ampliação do grid.
A Fórmula 1 não tem força asiática desde 2018, quando a Force India passou a Racing Point. No cenário atual, o único vínculo direto com a China envolve o piloto Guanyu Zhou, que atuou pela Sauber e, em 2024, é reserva da Cadillac. Fontes próximas às negociações acompanham o movimento com cautela.
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