- Portugal abriu o placar com João Neves aos cinco minutos, em Houston, mas passou a atuar sem a intensidade inicial.
- O duelo terminou em empate por um a um, sem que Portugal exigisse defesas difíceis do goleiro Mpasi.
- Yoane Wissa, de cabeça, completou escanteio curto nos acréscimos do primeiro tempo e empatou para a RD Congo.
- A RD Congo terminou o jogo com mais finalizações do que Portugal, explorando contra-ataques e transições rápidas.
- Ronaldo ficou pouco acionado; mudanças no segundo tempo incluíram Francisco Conceição na direita e Gonçalo Ramos entrando na parte final.
O Portugal sofreu para cumprir as expectativas na estreia da Copa do Mundo de 2026, em Houston. Em jogo do Grupo K, a seleção abriu o placar cedo, mas cedeu o empate frente à RD Congo, terminando 1 a 1.
O gol lusitano saiu aos cinco minutos, com João Neves cabeceando após cobrança de Pedro Neto. A resposta congolesa veio no final do jogo, quando Wissa cabeceou em escanteio curto cobrado por Masuaku, não seguido pela marcação de Tomás Araújo.
A partir daí, Portugal passou a sustentar a posse, mas caiu de produção. Bruno Fernandes, Vitinha e Bernardo Silva ficaram menos ativos, enquanto Congo passou a explorar contra-ataques e espaços na recomposição.
Mudanças táticas e ajustes
Roberto Martínez deslocou Bernardo Silva para o banco, com Francisco Conceição entrando na direita. Gonçalo Ramos entrou na vaga de Vitinha, buscando maior presença ofensiva para ampliar a ofensiva.
Na RD Congo, mudanças reduziram o ímpeto adversário. Edo Kayembe e Masuaku foram substituídos por Pickel e Joris Kayombe, visando reforçar o meio e os flancos. A equipe africana manteve postura de defesa firme e contragolpes.
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