- A FIFA informou que não encontrou evidências de violação do Código Disciplinar e não punirá o assistente de VAR Shaun Evans.
- A decisão foi embasada na declaração do próprio árbitro, que negou ter feito o gesto intencionalmente.
- Evans afirmou que o movimento pode ter sido um tiquinho involuntário e que não houve intenção por trás dele.
- O episódio ocorreu durante a apresentação da equipe antes do jogo entre Alemanha e Curaçao, pela Copa do Mundo.
- O gesto, ligado a um círculo com o polegar e o indicador, foi associado a supremacia branca por entidades como a Liga Antidifamação, gerando reação nas redes sociais.
A FIFA anunciou nesta segunda-feira 15 que não encontrou evidências de violação do Código Disciplinar por parte do árbitro assistente de VAR Shaun Evans, envolvido em uma acusação de gesto supremacista durante a partida entre Alemanha e Curaçao, válida pela Copa do Mundo. A apuração concluiu que não houve infração.
O órgão máximo do futebol informou ter considerado a declaração de Evans, na qual ele negou ter feito qualquer gesto com intenção de comunicar uma mensagem, afiliação ou crença. Evans descreveu o movimento como um tique involuntário, sem percepção consciente do gesto.
No domingo, durante a transmissão pré-jogo da partida entre Alemanha e Curaçao, imagens da sala do VAR mostraram o assistente com o braço esquerdo estendido próximo à perna. Em seguida, o árbitro assistente pareceu mudar o gesto para um sinal associado a discurso de ódio, segundo relatos. A imagem ganhou ampla repercussão nas redes sociais, gerando críticas e acusações de supremacia branca contra Evans.
Fica registrado que a FIFA concluiu não haver violação do código disciplinar e, por isso, não haverá punição ao árbitro. A entidade reiterou a necessidade de apurações baseadas em evidências verificáveis e na veracidade das declarações apresentadas pelos envolvidos.
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