- Torcedores argentinos cruzaram fronteiras e chegaram a Kansas City para a estreia da Argentina na Copa do Mundo de 2026, nesta terça-feira.
- Tony saiu de Córdoba há sessenta e um dias de moto, percorreu cerca de dezoito mil quilômetros por treze países e segue com a viagem rumo ao estádio; o pai dele voltou antes de entrar nos Estados Unidos.
- O motorhome de Hernán Romero, com a frente decorada em homenagem à Scaloneta, viajou de Nova York para Kansas City, levando imagens de Messi, Maradona e a taça.
- Uma família argentina — Andrés, Alejandra e Isabel — viajou de van até o Alaska, adiando a chegada para estar em Kansas City na data da estreia, inclusive abandonando empregos e vendendo parte de seus bens.
- Mesmo sem ingressos, muitos torcedores ficam ao redor do hotel da seleção, esperando por oportunidades de ver a equipe, com o banderazo marcado para a Union Station.
Motores, trailers e bicicletas cruzaram fronteiras para acompanhar a Argentina na Copa do Mundo de 2026. Em Kansas City, o palco da estreia, torcedores chegam com histórias de resistência e viagem longa, em busca de apoiar a seleção. A expectativa é de casa cheia, com cerca de 70 mil pessoas no estádio.
Entre os viajantes, destaca-se Tony, que partiu de Córdoba há 61 dias dirigindo uma moto ao lado do pai. Em território mexicano, o pai decidiu não seguir; Tony seguiu sozinho, registrando cada dia da jornada de cerca de 18 mil quilômetros por 13 países.
Outra cena marcante é o motorhome de Hernán Romero, com o DNA argentino exposto em caricaturas e na placa de Scaloneta. De Nova York até Kansas City, o veículo percorreu o trajeto enquanto a banda de torcedores acompanhava a passagem pela cidade, mantendo viva a expectativa pela taça.
Motorhome e caravanas elevam o ritual de apoio
No interior do trailer, imagens de Messi, Maradona, Julián Álvarez e Paredes convivem com a taça de 2022. Hernán afirma ter percorrido 2.100 quilômetros em sete estados para estar presente na estreia, integrando a “Banda de Nova York”.
Paralelamente, a família de Andrés, Alejandra e Isabel também cruzou o continente, deixando a Argentina rumo ao Alaska para acompanhar a seleção. Eles venderam parte de seus bens e abandonaram empregos para viajar em uma van adaptada, planejando chegar até Kansas City.
Embora muitos fãs estejam presentes, nem todos conseguiram ingressos. A prioridade é acompanhar os treinos e a passagem da equipe, com o hotel da seleção servindo de base para a torcida. O clima remete a uma mobilização intensa de argentinos na cidade.
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