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Indenização a comentarista da Globo por mala extraviada e voo cancelado

Justiça condena British Airways e Qatar Airways a indenizar Júnior por mala extraviada e voo cancelado, com danos materiais de R$ 2.262,17 e morais de R$ 15 mil

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  • O ex-jogador Leovegildo Lins Gama Júnior, hoje comentarista da Globo, vai receber indenização superior a R$ 17 mil.
  • A decisão é do 1º Juizado Especial Cível da Barra da Tijuca e envolve duas companhias aéreas.
  • Os transtornos ocorreram durante viagem para cobrir a Copa Intercontinental da FIFA, em 2025: bagagem extraviada por cinco dias e voo cancelado de Londres para Doha.
  • As companhias British Airways e Qatar Airways foram responsabilizadas e devem pagar a indenização.
  • O total previsto é de R$ 2.262,17 de danos materiais e R$ 15 mil de danos morais.

O humor e a técnica do futebol se cruzaram com a Justiça. Júnior, ídolo brasileiro, ex-jogador da seleção na Copa do Mundo e hoje comentarista da Globo, obterá uma indenização após problemas ocorridos durante viagens para cobrir a Copa Intercontinental FIFA de 2025. A decisão envolve duas companhias aéreas.

A Justiça reconheceu que houve falhas das empresas aéreas durante a viagem do comentarista. O processo tramita no 1º Juizado Especial Cível da Barra da Tijuca. A decisão determina a divisão da indenização entre British Airways e Qatar Airways, responsabilizando-as pelos transtornos.

Segundo o acordo, Júnior receberá R$ 2.262,17 a título de danos materiais e mais R$ 15 mil por danos morais. Ototal da indenização supera R$ 17 mil. O processo envolve Leovegildo Lins Gama Júnior, conhecido como Júnior, que participou das Copas de 1982 e 1986.

Detalhes da decisão

A decisão aponta falhas na gestão de bagagem, com extravio que durou cinco dias, além de atraso com o voo cancelado. A decisão judicial especifica a atribuição de responsabilidade às duas companhias aéreas pelos transtornos sofridos pelo comentarista.

Contexto da viagem

A viagem tinha como objetivo cobrir a Copa Intercontinental da FIFA em 2025, na qual o PSG disputou a decisão por pênaltis. Os problemas enfrentados impactaram a cobertura jornalística do evento. A Justiça manteve a aplicação da indenização conforme o conteúdo do processo.

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