- Fonseca, de 19 anos, vai à Halle disputar o ATP 500 e buscar reverter seu recorde negativo na grama; soma 12 partidas na superfície, com 7 derrotas e 5 vitórias.
- Será a terceira participação dele em Halle sem vitória, já que caiu na estreia em 2024 e 2025.
- A estreia em Halle foi contra James Duckworth em 2024; no ano seguinte perdeu para Flavio Cobolli em virada com dois tiebreaks.
- No ranking, o carioca tem aproveitamento de 60,5% nas partidas; o melhor desempenho é em piso duro, com 66,7%.
- Halle reúne seis jogadores do top 10; Fonseca ficará sem cabeça de chave e pode encarar nomes como Khachanov, Tiafoe, Hurkacz ou outros, dependendo do sorteio.
João Fonseca segue em busca de recuperação na grama. O brasileiro de 19 anos entra em campo no ATP 500 de Halle na próxima semana, buscando melhorar um recorde negativo na superfície. Até agora, ele disputou 12 jogos na grama, com sete derrotas e cinco vitórias.
O carioca estreou na grama em 2024 e, neste piso, tem histórico recente de resultados mistos. Em Halle, porém, ele ainda não venceu, caindo na primeira rodada em 2024 e 2025. A atuação de destaque dele na grama vem de outras fontes, como títulos em outras quadras.
Fonseca tem no currículo um início vitorioso na grama, ao vencer Kyle Edmund no challenger de Surbiton em 2024, sua primeira vitória no piso. Também já superou um jogador top 50 na grama, ao derrotar Zizou Bergs em Eastbourne na temporada passada. No geral, o brasileiro acumula 60,5% de aproveitamento em ATP.
Halle e o desafio da chave
Com a vaga de cabeça de chave ausente, Fonseca terá sorteio livre na primeira rodada. Na escalação teórica, pode enfrentar adversários que ocupam posições acima dele no ranking, como Khachanov, Tiafoe e Griekspoor, entre outros. O torneio reúne seis dos atuais top 10, incluindo Zverev, Aliassime, Medvedev, Fritz e Cobolli, o que torna a competição particularmente acirrada na grama alemã.
A preparação de Fonseca para Halle continua a seguir com foco no ajuste de ritmo na grama, buscando consolidar ritmo de jogo. O desempenho dele no circuito aponta para maior eficácia em piso duro, seguido pelo saibro, com menor aproveitamento na grama. A atenção fica voltada para a reação dele diante de adversários com boa adaptação ao piso.
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