- Marrocos sediou apenas uma corrida oficial da Fórmula 1 em 1958, no circuito Ain-Diab, após Casablanca ter visto abertura de uma pista de rua no ano anterior.
- Suíça nunca mais recebeu prova de F-1 desde 1955, após o acidente nas 24 Horas de Le Mans e a decisão de banir corridas em circuitos no país.
- Suécia teve a F-1 entre 1973 e 1978, em Anderstorp, famoso pela reta usada para pousos e decolagens e por vitórias de Jody Scheckter e de Niki Lauda.
- África do Sul sediou GPs em East London e, principalmente, em Kyalami, entre 1967 e 1993, com boicotes de equipes e impacto da política do país na participação.
- Coreia do Sul abriu o Circuito Internacional da Coreia em Yeongam em 2010, com três vitórias de Sebastian Vettel; a corrida saiu do calendário após 2013 devido a custos.
Marrocos foi o primeiro a sediar uma corrida oficial da Fórmula 1, em 1958. O país do norte da África participou do calendário na fase inicial da categoria. Casablanca recebeu a prova em 1957, quando a F1 já ganhava projeção global.
O circuito de Ain-Diab em Rabat abrigou a prova em 1957, com vitória de Jean Behra na etapa não oficial. Em 1958, a corrida ganhou peso como etapa oficial do campeonato. O evento ficou marcado pela disputa de título entre pilotos estrangeiros.
Marrocos
Em 1958, Casablanca recebeu a prova oficial, que consolidou o país na história da F1. O acidente de Stuart Lewis-Evans durante a prova de 1958 ficou entre os momentos trágicos do esporte. A competição em Ain-Diab ganhou importância mundial.
A história marroquina na F1 inclui a abertura de Colombo ao automobilismo internacional. O país não manteve presença constante no grid, mas deixou registro como uma das primeiras participações africanas.
Suíça
A Suíça integrou o grupo B da Copa do Mundo e sediou cinco corridas entre 1950 e 1954. Bremgarten, naqueles anos, recebeu as provas que marcaram o início da era da Fórmula 1 no país. Fangio teve duas vitórias no circuito.
A tragédia de Le Mans em 1955 provocou mudanças profundas no regulationamento de circuitos europeus. A Suíça manteve a proibição de corridas em circuitos após o acidente e ficou fora do calendário da F1 desde então.
Suécia
Entre 1973 e 1978, a Suécia abriu as portas da F1 ao circuito de Anderstorp. O autódromo ficou conhecido pela localização inusitada e pela pista comreta entrada de boxes no interior do traçado. Ronnie Peterson foi protagonista local.
A pista recebeu corridas que ficaram marcadas por performances de pilotos suecos. A presença de Anderstorp coincidiu com anos de crescimento do interesse pela categoria na região.
África do Sul
A África do Sul sediou corridas em East London, na década de 1960, e, principalmente, em Kyalami. Este último tornou-se o palco de 20 provas entre 1967 e 1993. A altitude de cerca de 1.500 metros influenciava o desempenho dos carros.
O regime do Apartheid gerou boicotes de equipes em 1985 e levou à suspensão temporária da prova. Após o término do regime, Kyalami abriu caminho para as corridas em 1992 e 1993, mas custos pesaram.
Coreia do Sul
O Circuito Internacional da Coreia, em Yeongam, entrou no calendário em 2010. O traçado foi desenhado por Hermann Tilke, com expectativa de impulsionar o automobilismo local. Três vitórias de Sebastian Vettel ocorreram ali.
Problemas de financiamento e custos altos desafiaram a viabilidade. A prova funcionou até 2013, mas não retornou ao calendário a partir de 2014, encerrando a participação sul-coreana na F1.
Argentina
A Argentina recebeu Grandes Prêmios desde antes da F1 oficial, com o Oscar y Juan Galvez em Buenos Aires. Ascari venceu na estreia de 1953, e Fangio acumulou vitórias nos anos seguintes. A prova oscila entre altos e baixos.
A temporada argentina voltou ao calendário em alguns momentos até 1981. De 1995 a 1999, o país sediou novamente corridas, mas custos altos frearam novas edições. Hoje, há movimentos para retornar a Buenos Aires.
Turquia
Istambul Park ficou conhecido pela curva 8, apelidada de Diabolica. A pista foi inaugurada em 2005 e recebeu corridas até 2011, com várias vitórias de Massa. Retornou em 2020 para substituir etapas canceladas pela pandemia.
A F1 anunciou retorno do circuito para 2027, com permanência garantida até 2031. A temporada turca busca ampliar sua presença no calendário, mantendo o autódromo ativo pelos próximos anos.
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