- Trionda é a bola da Copa de 2026 que funciona como um “computador” graças a chip, inteligência artificial e bateria integrada.
- O modelo da bola coleta dados 500 vezes por segundo para apoiar as decisões com tecnologia avançada.
- A bola precisa ser recarregada na tomada para manter o funcionamento.
- A IA é usada para auxiliar em decisões de arbitragem durante as partidas.
A empresa Trionda apresenta avanços na tecnologia da bola da Copa do Mundo de 2026. Segundo a própria companhia, o modelo integra chip, IA e bateria para funcionar como um pequeno computador durante as partidas.
O objetivo é oferecer dados em tempo real para auxiliar decisões de arbitragem. A bola coleta informações 500 vezes por segundo, permitindo análises rápidas de jogadas e posicionamentos em campo.
A solução exige recarga via tomada, o que exige infraestrutura adequada nos estádios ou nos centros de treinamento. A combinação de hardware e IA busca ampliar a precisão de lances decisivos.
Tecnologia embarcada
A função da IA é orientar decisões de árbitros, complementando o trabalho humano. O sistema analisa contatos, ângulos e trajetórias para fundamentar interpretações de lances complexos.
O desenvolvimento foca na confiabilidade e na segurança dos dados. A empresa afirma que o objetivo é melhorar a experiência do torcedor sem atrasos ou interrupções.
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