- Omar Artan, árbitro da Somália, teve a entrada negada nos Estados Unidos, onde deveria atuar na Copa do Mundo de 2026.
- A decisão foi comunicada nesta segunda-feira (8) por uma autoridade somali, que não revelou os motivos, já que o árbitro possuía visto válido.
- Artan, aos 34 anos, estaria entre os 52 árbitros escolhidos para o torneio, que será realizado em Canadá, México e Estados Unidos.
- O caso ocorre em meio a uma旅 de proibição de viagem dos Estados Unidos a cidadãos de vários países, citada pelo assessor somali.
- O árbitro tornou-se, se confirmado, o primeiro somali a apitar jogos de Copa do Mundo, e já havia sido eleito Árbitro do Ano pela Confederação Africana de Futebol em 2025.
O árbitro Omar Artan, da Somália, que seria um dos integrantes da Copa do Mundo de 2026, teve a entrada negada nos Estados Unidos no dia 8. Artan integrava a lista de 52 juízes selecionados para atuar no torneio, realizado em Canadá, México e EUA.
Segundo Ciise Aden Abshir, assessor do Ministério da Juventude e Esportes da Somália, o fato ocorreu mesmo com Artan possuindo visto válido. Ainda não há explicação oficial sobre o motivo da recusa.
Abshir, ex-capitão da seleção somali, lamentou a decisão e disse que ela afeta o respeito ao mérito e ao fair play no futebol. Ele afirmou que a comunidade esportiva deve apoiar o árbitro neste momento.
Artan está no quadro da Fifa desde 2018 e atua na liga local da Somália. Em 2025, foi eleito Árbitro do Ano pela CAF, consolidando o reconhecimento internacional de seu trabalho.
A relação entre os Estados Unidos e a Somália já foi alvo de tensões públicas. Em novembro, o presidente americano destacou divergências políticas ao falar sobre a política migratória que envolve cidadãos somalis.
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