- Mirra Andreeva tornou‑se a mais jovem campeã de Roland Garros desde Monica Seles, aos 19 anos, e assume a liderança da temporada e volta ao top seis do ranking.
- A vitória aconteceu em Paris, com a vice‑campeã sendo Maja Chwalinska; Andreeva mostrou variações que desequilibraram a final.
- A tenista russa já tem títulos em todos os níveis da WTA, é duplista com três troféus e prata olímpica.
- Andreeva celebrou a conquista ao longo do torneio e reforçou que tem personalidade forte dentro das quadras.
- Do lado brasileiro, Luís Guto Miguel, de 17 anos, fez história ao vencer simples no torneio, tornando‑se o primeiro juvenil nacional a chegar lá e assumindo liderança no ranking internacional juvenil.
Mirra Andreeva confirmou o favoritismo e se tornou a mais jovem campeã de Roland Garros desde Monica Seles, aos 19 anos. A conquista ocorreu neste sábado, em Paris, consolidando seu posto no circuito com título de Slam e retorno ao top 6 da temporada.
A vitória encerrou uma trajetória marcada por vitórias precoces, inclusive aos 15 anos em nível WTA, e críticas à postura emocional. Andreeva venceu pela primeira vez em Slam em alto nível e soma já três títulos de duplas e uma medalha olímpica de prata.
A final teve a atuação de Maja Chwalinska ao lado de Mirra, com a adversária explorando variações de jogo na busca pelo título. A vice-campeã encerra a competição em Paris em posição estável no ranking, com expectativa de melhoria para os grandes torneios subsequentes.
Mirra Andreeva faz história
A jovem russa tornou-se a terceira campeã mais jovem de Slam neste século, atrás apenas de Sharapova e Raducanu. A cerimônia de premiação evidenciou a personalidade marcante de Andreeva, marcada por confiança e humor em quadra, conforme relatos de quem acompanhou a final.
Mirra lidera a classificação da temporada e volta a figurar entre as melhores do ranking mundial, chegando a uma posição próxima do top 5. A atleta indicou, em quadra, desejo de manter o ritmo competitivo e a evolução técnica.
O desempenho representa uma mudança de patamar para Andreeva, que deixa de ser promessa para integrar o grupo de campeãs de Grand Slam. O feito é visto como marco importante em sua carreira e para o tênis feminino russo.
Guto Miguel conquista inédito brasileiro
No saibro de Paris, o goiano Guto Miguel alcançou uma façanha histórica ao vencer o simples juvenil no torneio, o que não acontecia entre brasileiros desde Tiago Fernandes e mais recentemente Thiago Wild e João Fonseca em outras edições. O título o coloca à frente no ranking juvenil internacional.
Com 17 anos, Guto já havia surpreendido ao atuar como sparring de profissionais durante o Rio Open e receber elogios pelo jogo apresentando domínio tático. A final exigiu concentração e controle mental, especialmente nos momentos mais difíceis.
O brasileiro mostrou tênis ofensivo, com saque sólido, forehand consistente e recursos para variar com curtas e voleios. O título em Paris é visto como estímulo para seguir a trajetória rumo ao profissionalismo, reconhecendo a longa estrada pela frente.
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