- Guto Miguel, goiano, venceu o Roland Garros juvenil neste sábado, tornando-se o primeiro brasileiro a conquistar o título na categoria.
- Na final, ele derrotou o americano Michael Antonius por 2 sets a 0, com parciais de 6/3 e 6/4, em 1h15.
- Até então, apenas três brasileiros tinham vencido um Grand Slam juvenil: Tiago Fernandes (Australian Open 2010), Thiago Wild (US Open 2018) e João Fonseca (US Open 2023).
- Guto foi cabeça de chave número um e teve golpes potentes, boa regularidade e variações de jogo para mandar no ritmo da decisão.
- O atleta do Time Rede Tênis destacou que ainda há muito pela frente na carreira profissional e que precisa manter os pés no chão após o feito.
Pelo histórico do torneio juvenil de Roland Garros, o Brasil chegou pela primeira vez à decisão e conquistou o título neste sábado. Luis ‘Guto’ Miguel, goiano e cabeça de chave número 1, venceu o americano Michael Antonius, 13º favorito, em duas sets, 6/3 e 6/4, em 1h15 de jogo.
A vitória coloca Guto Miguel na história do tênis brasileiro, ao se tornar o primeiro brasileiro a vencer o título juvenil de Roland Garros. O feito é celebrado pelo meio esportivo nacional e apontado como marco para futuras gerações do esporte no país.
O brasileiro foi dominante na maior parte da partida, mantendo o ritmo com golpes potentes e boa regularidade. O saque funcionou como arma importante, com quatro quebras no primeiro set, que já abriu vantagem definitiva no placar.
Como foi o título de Guto Miguel
No segundo set, Antonius pressionou ao sacar para tentar manter o confronto, mas Guto respondeu com consistência, mantendo a vantagem conquistada e fechando o jogo no segundo match-point. O atleta do Time Rede Tênis demonstrou confiança ao longo da final.
Guto Miguel, que atua ao lado de treinadores como Santos Dumont e Kike Grangeiro, destacou que o título é fruto de muito trabalho e de apoio da equipe. Mesmo ciente de que ainda há caminho no profissional, ele mantém os pés no chão e a focus no futuro.
Até hoje, apenas outros três brasileiros venceram Grand Slams juvenis: Tiago Fernandes (2010), Thiago Wild (2018) e João Fonseca (2023). Esse histórico ilustra a importância da vitória de Guto para o tênis brasileiro juvenil.
A final de Paris consolidou o favoritismo do brasileiro e interrompeu uma sequência de finais com derrota para compatriotas. Edison Mandarino, Thomaz Koch e Luis Felipe Tavares haviam chegado à decisão, mas não faturaram o título.
A conquista foi comemorada pela comunidade esportiva brasileira, que reconhece o feito como um marco histórico para o tênis nacional. A próxima temporada de Guto Miguel ainda está por vir, com expectativa de evolução no circuito profissional.
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