- Endrick, de 19 anos, diz estudar a história dos clubes, das cidades e dos ídolos para entender a cultura dos lugares onde joga na Europa.
- O atacante comenta que aproveita viagens, assiste a vídeos e lê sobre a trajetória de equipes e estádios, em entrevista exclusiva à Quem.
- Ele está emprestado pelo Real Madrid ao Lyon desde o fim de dezembro, com contrato até o fim da temporada 2025/26.
- O objetivo do estudo vai além da curiosidade: é uma forma de compreender o ambiente e respeitar a história do futebol local.
- Endrick afirma ter sempre tido interesse por história e por referências de diferentes gerações no esporte.
Endrick, atacante de 19 anos, passou a buscar entender a cultura dos lugares onde atua na Europa por meio do estudo da história dos clubes, das cidades e dos ídolos que marcaram cada instituição. A prática surgiu após a chegada ao continente, com adaptação e pressão por resultados entrando no cotidiano do jogador.
Ele afirma procurar entender o ambiente em que está inserido, lendo conteúdos, assistindo a vídeos e acompanhando a trajetória de clubes, estádios e personalidades históricas. A estratégia visa reconhecer a identidade de cada clube e o contexto em que atua.
No momento, Endrick está emprestado do Real Madrid ao Lyon, negócio anunciado no final de 2023 com validade até o término da temporada 2025/26. A experiência europeia amplia a compreensão sobre culturas locais e o papel de ídolos na formação de cada clube.
Trajetória e referências
A admiração por nomes que marcaram o futebol, como figuras históricas de diferentes eras, também integra o repertório do jogador. O interesse por referências de gerações passadas já era presente antes da chegada ao futebol europeu, o que ele utiliza como base para interpretar o cenário atual.
Essa abordagem, segundo ele, facilita o entendimento sobre o que os torcedores valorizam e como a história de cada clube influencia o estilo e a expectativa ao longo de uma temporada. Os relatos são parte de uma visão de longo prazo para a carreira do jogador.
Entre na conversa da comunidade