- Sete reforços chegaram no primeiro semestre, com atuação variada na temporada.
- Alan Minda ganhou espaço no fim do semestre, destacando-se no clássico contra o Cruzeiro.
- Cassierra virou referência no ataque, com cinco gols e duas assistências.
- Renan Lodi tornou-se peça-chave pelas laterais, somando quatro gols e duas assistências.
- Tomás Pérez teve oscilações e permanece com futuro em aberto, com compra estimada em around R$ 32 milhões.
O Atlético apresenta um balanço do seu comportamento de contratações neste primeiro semestre. Sete reforços chegaram para reforçar o elenco, com desempenho variando entre protagonismo e adaptação. A soma de resultados aponta ganhos consistentes para parte do grupo, mas nem todos atingiram as expectativas iniciais.
Entre as chegadas, alguns atletas se firmaram como titulares e referências. Outros ainda buscam ritmo de jogo, sequência de atuações e ajuste ao estilo de jogo proposto pelo técnico. O investimento feito pelo clube fica sob avaliação conforme avançam as fases da temporada.
A importância de cada reforço se traduz em números e impactos dentro de campo. Confira abaixo o que aconteceu, quem esteve envolvido e quais foram os caminhos percorridos até o momento.
Desempenho por reforço
Alan Minda chegou em fevereiro vindo do Cercle Brugge, com grande expectativa. Após período de adaptação, destacou-se no clássico contra o Cruzeiro, marcando gol e ganhando espaço no time. A partir daí, consolidou-se como opção importante no ataque.
Ángelo Preciado chegou do Sparta Praga para preencher a lateral direita. Titular da seleção equatoriana, a adaptação não ocorreu de forma plena. Oscilações defensivas e atuação ofensiva discreta marcaram o primeiro semestre até o momento.
Cassierra, vindo do Zenit, assumiu a responsabilidade de ser centroavante titular. Mesmo com começo difícil, o colombiano ganhou confiança e hoje é referência no sistema ofensivo, com gols, assistências e boa movimentação.
Maycon chegou após a Copa do Brasil pelo Corinthians, com papel de protagonista. Demonstrou equilíbrio no setor central, segurança na marcação e qualidade na circulação da bola, ganhando espaço entre os titulares e na liderança do elenco.
Renan Lodi foi destaque entre as contratações do ano. Com passagem pela seleção, assumiu rapidamente a lateral direita e mostrou versatilidade, tanto na defesa quanto no apoio ao ataque, com gols e assistências no semestre.
Tomás Pérez foi contratado por empréstimo junto ao Porto para o meio-campo. O jovem de 20 anos teve oscilações ao longo do primeiro semestre e acabou pouco utilizado na reta final, com futuro ainda em aberto e possibilidade de aquisição por cerca de R$ 32 milhões.
Victor Hugo chegou com menos alarde, mas despontou como surpresa positiva. O meia de 22 anos foi titular contínuo, manteve regularidade e soma gols e assistências, mantendo relevância mesmo com a entrada de novos treinadores.
Visão geral
O conjunto de reforços divide o cenário: alguns se mostraram chave na estruturação tática e na produção ofensiva, enquanto outros ainda buscam encaixe definitivo. A diretoria acompanha a evolução de cada jogador para definir próximos passos.
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