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Como Lionel Messi se tornou bilionário: renda e investimentos

Messi acumula US$ 1,2 bilhão em contratos e até US$ 1,8 bilhão com patrocínios, consolidando-se como um dos atletas mais ricos do mundo

Messi é a quinta pessoa mais rica da Argentina no ranking de bilionários da Forbes
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  • Messi nasceu perto de rosário, superou deficiência de crescimento e foi levado pelo Barcelona aos 13 anos para tratar; estreou no Barça principal em 2004 e na seleção argentina em 2005, conquistando a primeira Bola de Ouro em 2009.
  • Passou 17 temporadas no Barcelona e duas no Paris Saint‑Germain, soma oito Bolas de Ouro, títulos da La Liga, Ligue 1 e quatro Champions League.
  • A Forbes o listou entre os mais bem pagos pela primeira vez em 2008; em contratos, teve renda revelada entre 2017 e 2018 de cerca de US$ 177 milhões na temporada; em 2026, ganha US$ 28,3 milhões em campo, com supplementos de patrocínios e acordos de participação com a MLS, Adidas e outros.
  • Estima-se que somou US$ 1,2 bilhão em contratos esportivos até hoje, chegando a US$ 1,8 bilhão com patrocínios e negócios; teve aliança com Nike até 2005 e, desde 2006, é patrocinado pela Adidas, com contrato vitalício assinado em 2017.
  • Desde 2023 no Inter Miami, o clube chegou a US$ 1,35 bilhão de valor em três anos, ajudando a gerar ganhos fora de campo; Messi também investe em hotelaria e imóveis, e mantém clubes de futebol, enquanto enfrentou processo por fraude fiscal em 2016, pagando multa de cerca de US$ 4 milhões.

Lionel Messi, jogador argentino, acumulou patrimônio bilionário graças a uma carreira vitoriosa e a contratos de patrocínio. Saiu do Newell’s Old Boys com deficiência de crescimento, foi ao Barcelona com apoio financeiro para o tratamento, e tornou-se referência mundial. Sua estreia pela equipe principal ocorreu em 2004, aos 17 anos.

Ao longo de 17 temporadas no Barça e de duas no PSG, Messi conquistou 8 Bolas de Ouro, 10 La Liga, 2 Ligue 1 e 4 Champions League. Em 2008 entrou pela primeira vez na lista da Forbes dos atletas mais bem pagos, com cerca de US$ 11,9 milhões.

Aos poucos, a renda disparou com renovações contratuais e pagamentos elevados. Em 2017-18, vazou um contrato que mostrou ganhos significativos, incluindo cerca de US$ 177 milhões na temporada. Em 2023 transferiu-se para o Inter Miami, na MLS, com remuneração elevada e participação em receitas com parceiros.

Renda e patrocínios

O salário de Messi em campo em 2024-2025 supera US$ 28,3 milhões, segundo a MLS Players Association, e é o maior da liga. Além disso, acordos de participação em receitas com Adidas e Apple TV são citados por especialistas como parte da remuneração total.

Dados da Forbes apontam ganho total de cerca de US$ 140 milhões nos 12 meses anteriores, mantendo o brasileiro entre os atletas mais bem pagos globalmente. A trajetória envolve contratos com Nike até 2006, quando mudou para Adidas em contrato vitalício assinado em 2017.

Empreendimentos e investimentos

A fortuna supera US$ 1,2 bilhão em ganhos contratuais, segundo estimativas, com patrocínios que elevam o total para cerca de US$ 1,8 bilhão. Jorge Messi atua como agente, gerindo parcerias com Mastercard, Michelob Ultra e Lay’s, entre outras.

Além de patrocínios, Messi investe em imóveis, hotéis e clubes de futebol. Participa da MiM Hotels, possui o Deportivo LSM no Uruguai e o UE Cornellà, da Espanha. Em 2025, o Inter Miami conquistou a MLS Cup, elevando o valor da franquia para cerca de US$ 1,35 bilhão.

Situação recente e contexto financeiro

A transferência para Miami consolidou o avanço financeiro de Messi, com o clube valorizado desde a chegada. O Inter Miami encerrou 2025 com título da MLS Cup e mantém extensão contratual de três anos anunciada em 2024. Messi completa 39 anos em junho e segue ativo na seleção argentina.

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